segunda-feira, 30 de abril de 2018


A ZONA | Monica Garcia é artista visual. Vai ter, na galeria da Casa Da Cultura | Setúbal, uma instalação que mete materiais que se transformam e alteram tudo todos os dias. Eu diria que esta exposição vai ser muitas exposições. Nos dois últimos parágrafos do texto que escreveu para a publicação que explica A ZONA, diz:
"Na Zona, ponto, linha e mancha expressam-se utilizando a força da gravidade, a pressão atmosférica, a densidade, a distância e o tempo, como suporte para criar uma poesia espacial através da exploração dos limites da plasticidade do material com que tais elementos são formados.
O processo revela-se tão importante quanto o resultado. Recorrendo a ciclos temporais para a reconfiguração do espaço, a Zona pode ser encarada como uma instalação space-time specific, onde diversos pontos de contacto vibram entre si dentro de um laboratório de observações".

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domingo, 29 de abril de 2018

O IDIOTATrump acusa União Europeia de ter sido criada para se "aproveitar" dos Estados Unidos.
E a candidatura de Trump foi criada para a União Europeia e o resto do mundo perceberem que um idiota pode ser presidente dos EUA.
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MÁQUINA DO TEMPO | Empresas com lucros fabulosos pretendem que as pessoas sejam apenas máquinas de acrescentar rendimento. A ideia é reduzir ao máximo gorduras excessivas — pessoas — nessas empresas que têm de dar lucros irreais transformando homens e mulheres em instrumentos de enchimento do seu enorme porquinho mealheiro. São os accionistas que o exigem. No dia em que o liberalismo impere sem freio — não estamos longe —, as pessoas serão substituídas por máquinas que serão operadas por computadores. Que pessoas irão comprar então os produtos que os iluminados empresários de retalho colocarão à venda nas suas lustrosas superfícies comerciais? Serão os computadores os novos consumidores?
Fonte Expresso
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RECEITUÁRIO | Outros desenhos. Mais desenhos de Ângela Ferreira.
Galeria João Esteves Oliveira
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quinta-feira, 26 de abril de 2018




O PORTO AQUI TÃO PERTOÁlvaro Lapa em Serralves foi motivo da viagem. O Porto para mim é Serralves, Siza, fantástico Siza, Souto Moura e mais o cosmopolitismo que a cidade vai conhecendo e praticando. Paulo Cunha E Silva é outro dos lembrados. Percebe-se: muito do que agora ali se vive existe graças à sua ideia de cidade. Mas voltemos a Álvaro Lapa. Esta exposição é confirmação e surpresa. Surpresa porque o que eu não conhecia passou a fazer parte das minhas preferências. O que eu descobri nesta exposição. Como define Jorge Silva Melo, no belíssimo filme que realizou sobre o artista: a pintura de Lapa é de uma intensa brutalidade. Autêntica, brutal e vibrante, pois. Tal é que provoca um enigma. É ali que eu quero viver. É assim que quero respirar. A vitalidade, o vibrar daquela pintura toca-nos na pele. É também em Serralves que está uma incrível instalação de Marisa Merz. Aplausos.
Mais à frente, em Matosinhos, na Casa do Design, está a bonita exposição PORTUGAL IMAGINÁRIO, com curadoria de José Bártolo e de Sara Pinheiro. Na Galeria municipal, muito perto do edifício do município, uma exposição de pintura e desenho de Ângelo de Sousa.
Ainda em Matosinhos, a excelente Casa da ArquItectura mostra-nos a soberba OS UNIVERSALISTAS. A visitar e revisitar.
Regresso ao Porto. Porto tão vibrante. Tão, tão encantador. Sítios tão bonitos onde se come tão bem. As surpresas são constantes. Dia 24, ao fim da tarde, encontro o Xavier Almeida. Ía lançar por lá o seu SANTA CAMARÃO, no dia 25. Associo sempre o Porto à liberdade cultural. Comemorei lá a data libertadora. Concerto nos Aliados. Grândola cantada por um grupo universitário. Letra trocada, mal preparada a intervenção, mas adiante. Para a frente é que é a liberdade, neste Porto aqui tão perto, como diz o Sérgio

quarta-feira, 25 de abril de 2018

FESTA DA ILUSTRAÇÃO | A Festa da Ilustração - Setúbal só é possível porque em 1974 houve um dia em que chegou a liberdade e a vontade de interpretar o mundo. João Fazenda, o ilustrador contemporâneo convidado da Festa que vai acontecer em junho, comemorou o 25 de Abril publicando esta ilustração. O 25 de Abril também se fez para isto: para ser ilustrado.
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domingo, 22 de abril de 2018

VEJAM BEMO álbum Cantares do Andarilho não parava de rodar no gira-discos. Foi a ouvir Vejam Bem, de e por José Afonso, que descobri as coisas diferentes que estavam ali por perto. Passei a virar os ouvidos e a mente para a música portuguesa. Foi no fim do ano de 1973 que apareceram lá em casa Os Sobreviventes, de Sérgio Godinho, e o já referido Cantares do Andarilho, de José Afonso. Deslumbre. Como é possível isto ser feito por gente que fala a minha língua? Eu tinha catorze anos. Não percebia que as coisas podiam ser melhores por cá. Mas depois aconteceu o que para mim parecia inimaginável: o regime caiu. Toda esta música passou a circular livremente. Conheci o Zeca, o Sérgio e muitos outros seres diferentes que mudaram a cultura e a maneira de pensar as coisas. O país Portugal passou a ser um sítio frequentável. Houve coisas boas? Coisas más? Sim, claro, mas passaram a acontecer coisas. O mundo entrou por aqui adentro e nunca mais de cá saiu. É essa liberdade que me interessa. Bom 25 de Abril para todos.
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sábado, 21 de abril de 2018



LISBON POETRY ORCHESTRA | O livro vai ser apresentado em sessão Muito cá de casa. Haverá performance. Estarão na Sala José Afonso da Casa Da Cultura | Setúbal, alguns poetas e músicos envolvidos no projecto. Esta publicação — 1 livro e 2 Cd’s — é uma peça de absoluto prazer de leitura. Talvez o livro que apresenta melhor desempenho visual este ano. Poemas de Cláudia R. Sampaio, Daniel Jonas, Filipa Leal, Paulo José Miranda e Valério Romão. Música de Lisbon Poetry Orchestra. Ilustrações e grafismo Daniel Moreira. Uma edição abysmo. Convidados.
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sexta-feira, 20 de abril de 2018

EM VOZ ALTA | A próxima sessão da iniciativa EM VOZ ALTA traz a poesia de Gomes Leal à Casa Da Cultura | Setúbal. Há poetas que devem ser relembrados para que nos lembremos da boa poesia. Desta vez Jorge Silva Melo tem por companhia Manuel Wiborg. Vamos ouvi-los.
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quinta-feira, 19 de abril de 2018


UMA BANANA NÃO É UMA MAÇÃ. UMA MAÇÃ NÃO É UM ABACATE E ASSIM SUCESSIVAMENTE | Das coisas nascem coisas, como dizia Bruno Munari, e o cinema é exactamente aquilo que Botelho diz: vampiriza a História, histórias orais, ambientes, enleios e enlaces. Uma esdrúxula indignação contra ele pôs as "redes" em alvoroço. Ele ficou indignado com tanta indignação e resolveu explicar tudo muito bem explicadinho. Fez bem. Está explicado. Digo eu, que gosto do trabalho de João Botelho.
Fonte Público
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DO PROIBICIONISMO E AFINS | É contra mas cumprirá o que for decidido, diz. Ficamos assim muito mais descansados. Já que temos proibicionistas em lugares de decisão, pelo menos que sejam civilizados e respeitem o respeitável. Era o que faltava agora, ministros incumpridores das decisões parlamentares. Muita saúde para si, senhor ministro.
Fonte Público
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RECEITUÁRIO | É pop, é bom. Gulbenkian em tons pop. A não perder, é claro.
Imagem: Pintura de Teresa Magalhães.
Fonte Fundação Calouste Gulbenkian
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quarta-feira, 18 de abril de 2018

RECEITUÁRIO | A Flor do Lácio na Fábrica do Braço de Prata. Ainda não vi. É desta. Minado de curiosidade.
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RECEITUÁRIO | A frequentar. Está-se aqui muito bem.
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domingo, 15 de abril de 2018

OS IDIOTASAs atitudes políticas mais recentes de Trump fazem lembrar Bush. É inevitável a comparação. E confirma-nos outra suspeita: Os EUA já tiveram pelo menos dois presidentes completamente idiotas. É grave e perigoso sentarem-se simplórios deste calibre naquela cadeira. 
Bom domingo para todos, apesar de tudo.
Fonte Expresso

sábado, 14 de abril de 2018


ONDE ESTAVA NO 25 DE ABRIL? | Almada Contreiras estava mesmo dentro de Abril, a preparar as coisas, para que tudo corresse bem. Correu. Ontem, na iniciativa Muito cá de casa, na Casa Da Cultura | Setúbal, contou como tudo se passou. Estiveram presentes camaradas seus que também por lá andaram. Foi também um encontro entre militares de Abril. Debate participado. Muito participado, como era de esperar.
[Fotografias de Fernando Pinho]

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sexta-feira, 13 de abril de 2018



O 25 DE ABRIL, A MARINHA E JOSÉ AFONSO | É hoje que vamos falar com Almada Contreiras sobre tudo o que se passou. Ele estava lá, ao comando, e soube de tudo antes de nós. Foi ele que escolheu Grândola, Vila Morena para senha da revolta militar. Será um gosto muito grande estar com ele. Vai ser esta sexta-feira, dia 13, às 22 horas, na Casa Da Cultura | Setúbal. Até lá.
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quinta-feira, 12 de abril de 2018

LANÇAMENTO DO MISSEL | Colecção primavera/verão em armamento prontinho a estrear.
- Vamos enviar uns mísseis muito belos, bons e inteligentes, como nunca ninguém viu, ok?
- Mas, senhor presidente, não é melhor a gente falar com eles?
- Eles? Eles quem?
- Com os gajos. Os outros.
- Ah, ok, e o que dizemos nós? Ainda nos entendemos com essa gente pouco maravilhosa e corremos o risco de não haver ataque. O que digo depois aos maravilhosos industriais do armamento?
- Diz-se que fica para a próxima.
- Ah, ok, isso é maravilhoso. Mas não abusem. Para a próxima tem de ser mesmo, ok? E tem que ser uma ataque muito belo e generoso, ok?

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

NAS TROMBAS DO FACEBOOK | Está percebido que esta geringonça mudou vidas, mas assim tanto não dava para imaginar. Aqui convive-se, trabalha-se, faz-se política, divulgam-se coisas boas, denunciam-se coisas más. Também há quem se ponha aqui em cuecas e revele tudo da sua vida. Olho para isto como algo que até tem alguma utilidade. Claro que há coisas que não se devem fazer em público, logo aqui também não. Mas isso vem lá de casa, da formação e carácter. Utilização com fins políticos? É legítimo, mas tudo tem a sua conta, lá está. Tudo tem preceito. Até a divulgação da verdade e da mentira. E para isso têm de haver regras. Há verdades que matam. Há mentiras que passam a parecer verdade depois de muito divulgadas. É esse o problema.
Fonte Expresso
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terça-feira, 10 de abril de 2018

A HONRA DOS PADRINHOS | E então, o homem ficava ali só a sacrificar-se pelo partido na Assembleia? Não ganhava a vida condignamente? Seus miserabilistas.
Fonte O Jornal Económico
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segunda-feira, 9 de abril de 2018



DOS CANALHAS E DA CANALHICE Não há uma única prova que permita encontrar culpa. Uma que seja. Nem uma factura para amostra, nada. Este senhor explica tudo muito devagar. Claro que nem assim os canalhas percebem. Não querem perceber. Este julgamento é uma canalhice. É assim que a canalha julga e condena.
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domingo, 8 de abril de 2018



MATÉRIAS VIVASAs exposições de João Limpinho na Casa Da Cultura | Setúbal e na Casa da Avenida abriram ontem e foram muito e bem frequentadas. Foi uma demonstração de saudade. Todos quisemos recordar, revisitando o seu trabalho, o escultor que nos deixou em junho de 2015. As exposições continuam e aguardam visita até ao fim do mês. No próximo dia 28 vamos conversar sobre este tipo de arte que recupera o que já foi vivido dando-lhe outra vida. Conversa entre mim, o artista visual e professor Manuel San Payo e Manuel Augusto Araujo, amigo, apreciador e "classificador" da obra do escultor. Vai ser no café da Casa d'Avenida. Até lá.

Agradecimentos à família do escultor: Madalena, Ana, e Hugo. E à expressiva e competente participação de Alexandre Gomes, da empresa Gif.it, na aplicação do design expositivo.
As fotografias que aqui documentam as aberturas são de Fernando Pinho, que assim regressa à vida fotográfica activa depois de um acidente que o castigou, deixando-o sem condições para grandes disparos. Bom regresso.
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sexta-feira, 6 de abril de 2018

CALEIDOSCÓPIOJoão Fazenda é o ilustrador convidado da Festa da Ilustração - Setúbal deste ano. Vai ocupar a galeria da Casa da Cultura e o Espaço Ilustração. Enquanto junho não chega vai mostrando o seu trabalho por aí, em páginas de publicações impressas, e a partir de hoje em Caleidoscópio. É na abysmo. Até lá.
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quinta-feira, 5 de abril de 2018

CÉU DE IMAGENS | É já amanhã que Flávio Andrade vai mostrar os seus mais recentes trabalhos n' A Pequena Galeria. Galeria que é pequena em espaço físico, mas que revela grandes imagens de grandes autores, como é o caso. A não perder. Até lá.
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quarta-feira, 4 de abril de 2018


A VOZ DO NADA | Ouvir Assunção Cristas e Duarte Marques em ousado ataque aos apoios do governo às companhias de teatro, é toda uma performance artística. Cristas, que aprecia uma tourada como se de um bailado se tratasse, e que provavelmente não se lembra da última vez em que assistiu a uma peça de teatro, está muito indignada com a trapalhada da DGArtes. Duarte Marques também, apesar de a última peça a que provavelmente assistiu ter sido o Soldadinho de Chumbo quando frequentava a pré-primária. Mas acima de tudo não se percebe a razão de Rui Rio não se pronunciar. O candidato da oposição de direita a primeiro-ministro entende que que só deve ser apoiado o que rende. Não explicando a razão de o Estado dever apoiar o que não precisa de ser apoiado. Enfim, o neoliberalismo elevado a religião. Resumindo: a trapalhada da DGartes pôs esta gente toda a parecer ter uma razão para dizer coisas. Coisas parvas, mas coisas.
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APESAR DE VOCÊ | Lula da Silva foi uma esperança e a concretização de um proveito. A acção do governo que liderou tirou da miséria milhões de pessoas. A política de esquerda que aplicou revolucionou apoios à cultura e à educação. A direita não gosta destas liberdades. A direita prefere manter tudo como sempre esteve. A direita, em modo ditadura, aplicou a repressão extrema, tolheu os movimentos aos artistas, mandou para o exílio, matou. Chico Buarque, Caetano Veloso e muitos outros sempre estiveram contra este estado de coisas. Contra a direita. A direita quer anular a candidatura de Lula. A acusação, tal como a aplicada a Dilma, não tem enleios comparáveis com as trafulhices atribuídas ao traidor Temer e a outros canalhas que habitam o congresso. Os canalhas conseguem alterar as regras do jogo retirando peças do tabuleiro. Lula poderá ser preso. O Brasil está uma confusão. Mas esperemos que a democracia funcione mesmo nas próximas eleições. Tudo leva a crer que as coisas não vão correr bem aos canalhas. Como cantou Chico: apesar de você amanhã há de ser outro dia. Que seja.
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terça-feira, 3 de abril de 2018

HISTÓRIAS DE EMBALAR | Ratzinger já tinha abolido o limbo, esse injusto decreto que afectava seres humanos que não tiveram tempo de ser baptizados. Bergoglio já tinha decretado a possibilidade dos animais também irem para o céu. Simpático. Agora parece ter dito, em conversa com um amigo jornalista ateu, que quem não se arrepende dos seus pecados pura e simplesmente desaparece. Menos mal, é que não me estava a ver enterrado no inferno a conviver com papas e cardeais, banqueiros, membros da máfia e outros malfeitores que tanto me irritam em vida. Assim fico muito mais descansado.
Não é por acaso que este senhor é o Papa preferido dos que não acreditam em fantasias. 

Fonte Observador
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segunda-feira, 2 de abril de 2018

ESCULTURA DE JOÃO LIMPINHOA escultura de João Limpinho é inclusiva e avisada. Recupera o que sobra, o que a chamada civilização deita fora, e transforma matéria sobrante em arte.
Estas exposições que agora vão adornar os espaços das galerias da Casa da Cultura e da Casa d’ Avenida, em Setúbal, definem essa prioridade do escultor.
Escultura maior que recolhe o que a sociedade deitou fora. Escultura viva e com vontade de envolver a arte em propósitos de recuperação urbanística sem cedências à vil piroseira provinciana.
Preocupações de agora envolvidas num grande conhecimento da arte contemporânea.
Abrem dia 7 de março, na galeria da Casa Da Cultura | Setúbal, e na Casa da Avenida. Convidados.

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domingo, 1 de abril de 2018

VERDADE E MENTIRA | Páscoa em dia das mentiras? Parece-me bem. Um bom dia das mentiras para todos.
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