segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O GRANDE EDUCADOR | Passos foi à universidadezinha dos petizes do seu partido acrescentar balelas à campanha. A aula foi longa. Não incluí a alocução nas minhas prioridades, mas registei o que a legenda desta imagem esclarece. Parece que as oportunidades do passado — seja lá isso o que for — não se podem reabrir a todos. Pelos vistos só a alguns. A plateia aplaudiu com entusiasmo. Entende-se.
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domingo, 30 de agosto de 2015

TRAMPA NA VENTOINHA | Ainda nós nos queixamos dos candidatos que nos caem no prato. Aos americanos saiu-lhes isto. Agora já têm alguém que se quer ver livre de intrusos. Gente sem charme. Uns valdevinos que não servem nem para limpar os vidros da famosa edificação ao "bom gosto" que mandou construir em Manhattan.  Também já provou em público que a trunfa que lhe reveste a preciosa cabeça é dele. Alguém terá revelado essa dúvida? Se o pagou é dele, pois claro. Mas ainda bem que o proclamou. É importantíssimo sabermos como se suporta um penteado tão interessante. As clínicas de implantes capilares e os fabricantes de lacas confirmam eficácias e agradecem.
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sábado, 29 de agosto de 2015

RANGELITO E O VERÃO | Rangel acha que a Justiça veio com este governo. Parece que afinal são os governos que controlam a Justiça. Passos Coelho veio ajudá-lo: o que Rangel queria dizer é que o ambiente criado por este governo é propício a mais justiça. Os fala-barato estão ao ataque. O verão dá para estas coisas. As revistas de olhar e deitar fora parecem orgãos oficiais desta direita trauliteira. Rangel é só mais um a não ter vergonha de dizer disparates com um ridículo ar professoral de quem cita o mais eminente pensador. Foi na universidadezinha que inventaram para entreter os imberbes lá do partido. O verão dá-se bem com o disparate. A baboseira vai alastrar.
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GENTE | Antecipo o meu regresso com esta homenagem. Ana Harthely morreu no início de agosto. Esta partida não deveria ser indiferente a um país tão obcecado com ajustamentos tão caros a essa gente que mente descaradamente. Gente sem vergonha, essa gente. Ana Hatherly é gente. Mas gente que sente. Exigente. Morreu uma grande senhora da cultura do mundo. Escritora única. Artista singular. Muito obrigado, Ana Harthely.
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