terça-feira, 30 de setembro de 2014

PARLAMENTAR DE SOFÁ | Não é grande escolha. Eu teria convidado João Galamba ou Sérgio Sousa Pinto. Mas quem sou eu para dar palpites. Se existissem primárias para se perceber quem deveriam ser os lideres parlamentares a escolha não seria esta. Limpinho.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

MAFALDA | Não se conforma com o estado do mundo. Não entende o sofrimento dos seus semelhantes. Não tolera a hipocrisia. Contesta tudo o que acha injusto. É uma miúda porreira. Chama-se Mafalda e faz hoje cinquenta anos. Parabéns, Quino.
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QUANDO TUDO ARDE | Em França a direita obteve maioria absoluta no Senado e a extrema-direita elegeu dois espécimes. Hollande já não faz ali nada. Tudo desaba à sua volta. Já está a limpar as botas e a arrumar a escova de dentes. Mas o problema não é o presidente em si, é o que ele representou e agora não existe. A aplicação pela esquerda dos ajustes cegos da direita dá nisto. O conceito esquerda-direita ainda faz sentido, ao contrário do que nos impingem os arautos do neoliberalismo. Mas para fazer sentido tem de haver diferenças. A direita corrige a manutenção e alargamento dos grandes interesses e a esquerda percebe que não pode ser assim. Há mais gente no mundo. A vida não é o "quem quer ser milionário". Quando isto não se nota emerge o discurso do "são todos iguais". Não pode ser.
Notícia Expresso
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domingo, 28 de setembro de 2014

É A POLÍTICA, ESTÚPIDO | As viúvas de Seguro não escondem o pranto. O discurso anda próximo do neoliberalismo exacerbado. Vem aí o desbragamento financeiro. Insistem na peregrina ideia, que parece que descobriram, de uma nova forma de fazer política. Parecem o outro, o da Tecnoforma. Ou os marinhos e pintos da vida. Não perceberam que hoje aconteceu um regresso à política dentro de um determinado partido político. Ou perceberam. E é isso que não estão com dificuldades em digerir. Fiquem bem. A vida continua.
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PRIMEIRAS PRIMÁRIAS | António Costa é candidato a primeiro-ministro. A votação foi tão expressiva que fico com uma dúvida que nunca será esclarecida: como pensaria o ainda secretário-geral do PS ganhar a Passos Coelho as eleições legislativas se nem o partido estava seguro?
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FASCISMO NÃO, MUITO OBRIGADO | Um partido fascista convocou um meet para a zona onde circula mais gente de muitas culturas em Lisboa. Os fascistas lamentam isso. Acusaram António Costa de ser o principal responsável por haver tanto filho de tanta mãe. E estão preocupados não vá a balbúrdia estender-se ao país. Esta gente não vê o óbvio: são estas diferenças que fazem uma zona civilizada e aberta ao progresso. Só sonham com policiamento e restrições. Não pensam noutra coisa. Felizmente eram meia dúzia de imbecis. A coisa teve mais sucesso em uma ou outra notícia do que no local da actuação. Em Portugal, apesar de tudo, estes grupelhos fascistas não têm expressão. Felizmente, insisto. 
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sábado, 27 de setembro de 2014

ALEGRES CIPRESTESSe me pedissem para escolher uma música ou um grupo musical para acompanhar a pintura de José Mouga, inclinava-me para os Penguin Cafe Orchestra. O percurso do pintor não acompanha estilos ou modas. Não se enquadra em escolas ou grupos. Nada contra os alinhamentos. As rotinas são necessárias. Mas não é disciplina que se inscreva no seu caderno de capa preta. Adivinha-se nestes trabalhos a preocupação de não estar calado. De contar o que se passou ali mesmo ao lado. De mostrar trilhos percorridos. 
É por isso que a pintura de Mouga é como a música do grupo de Simon Jeffes.
Sem enquadramento que permita uma classificação. Conheço-lhe o percurso desde os tempos do abstracto. Percebi o caminho para uma tímida figuração. E surpreendo-me com este novo trabalho. Estes ciprestes foram companheiros do artista e seus cúmplices.
Rui Mário Gonçalves tentou perceber o que se passou. Escreveu elogiosa opinião sobre a pintura de José Mouga. Na publicação que será apresentada para esta exposição será incluído um dos seus textos. Aliás, decidimos que esta mostra fosse também uma homenagem ao crítico e historiador de arte que recentemente nos deixou. É o nosso obrigado a quem tão bem entendeu a Arte Portuguesa.
Setúbal vai receber o pintor José Mouga, na Casa da Cultura, com estes trabalhos que revelam a nova fase do artista.
Chamou-lhes Notas de Viagem.
A inauguração é na próxima sexta-feira, dia 3 de Outubro, a partir das 22 horas.
Há festa rija na Casa. Convidados.

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RISO AMARELO | A maneira como a maioria parlamentar reagiu ao discurso ziguezagueante do primeiro-ministro foi em si só um autêntico programa. Ora risos desbragados e alarvidade colectiva, ora rabinho entre as penas que isto não é um passeio com o dono pelas ruas da cidade. Pelo contrário, Passos Coelho andou pelas ruas da amargura e não saiu da passeata em muito bom estado. Ficou tudo por explicar. Ou seja: o que faz um colaborador de uma empresa que não recebe remuneração, não vai lá, e, segundo o próprio, nada fez para que os empreendimentos tivessem sucesso? E quando falamos de saídas de dinheiro para pagar despesas, de que despesas falamos?
Mas há mais. A própria actividade da empresa deixa muito a desejar. Não se percebem bem os objectivos da coisa. Também ainda não percebi o motivo de não terem chamado Miguel Relvas para os esclarecimentos. Os homens foram dupla activa naquela inactividade. Fazia sentido. Ao invés disso chamaram um tótó que não estava nada confortável no fato que lhe enfiaram. Enfim, a procissão vai no adro. E o andor é bem pesado.

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

UM HOMEM EXCEPCIONAL | Afinal o homem é honestíssimo. Trabalhou para a Tecnoforma — no tempo em que foi deputado — completamente de borla. Só apresentava as despesas. E não abriu portas nenhumas, ou seja, não arranjou negócio nenhum para a dita empresa. Afinal o homem não fez lá nada e não recebeu nada. O que estaria lá a fazer? Não será melhor ir para um convento?
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MUITO CÁ DE CASA | É hoje que vamos falar sobre o naufrágio de Lampedusa. Ocorreu há quase um ano. A 3 de outubro. Vamos relembrar e tentar perceber se alguma coisa mudou. Parece que não. Os desastres acontecem com frequência. A Europa está de costas para o assunto, apesar das lágrimas de crocodilo do funcionário Durão Barroso. O racismo anda aí. No terreno e na cabeça de muita gente que anda pelo parlamento europeu. Temos mesmo que perceber isto. E reagir. Vamos conversar com Mamadou Ba e José Falcão, do SOS Racismo. Apareçam na Casa Da Cultura | Setúbal, hoje, sexta-feira, às 22 horas.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

RECEITUÁRIO
RECEITUÁRIO

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

EU É QUE SOU O GOVERNADOR | O Governador do Banco de Portugal tomou-lhe o gosto. As decisões sobre o BES deram-lhe asas. Agora quer governar o país. Quer que as pessoas com alguma idade — mais ou menos a dele — que passam a vida nas clínicas públicas, segundo ele em busca de baixas médicas, sejam reformadas mais cedo. Assim arranjam-se empregos para os mais jovens. Não sei se será uma grande ideia, mas realço a ousadia do homem em propô-la. Mas este governador agora é governante? Ou pretende sê-lo? Já chegámos ao vale tudo?
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MERCADO DA FÉ |Stephen Hawking diz que deus não existe e arma-se por aí um desassossego dos diabos. Onde está a novidade? Ao contrário do que por aí se diz, Hawking não contradiz o que escreveu em Breve História do Tempo. Aí, o cientista separa complacentemente a ciência da religião, mas já então não reconhece a existência de deus nenhum. A única diferença que agora sobressai é a recusa em admitir a ideia de milagre. A ciência não repara nem pode reconhecer esses embustes. Portanto, não percebo o alarido que domina as redes. Parece que foi agora decretado o que há muito foi definido. Mais: Hawking nem é o mais relevante cientista que rejeita fantasias. Tenho nas minhas leituras gente que foi muito mais longe na demonstração de inexistências. Sam Harris, Chistopher Hitchens, Richard Dawkins ou Allain de Botton, por exemplo, não se cansam de apresentar explicações nada crentes, mas credíveis.
Mas quem precisar de um deus para se portar bem, faça favor de escolher um. O mercado está bem abastecido. Mas portem-se bem mesmo. Já basta de maus comportamentos em nome da fé.
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

O SEMPRE-EM-PÉ | Quase chorou e pediu mesmo desculpa por ter de aprovar medidas do anterior governo. Chegou ao Governo e quadriplicou as penalizações. Tinha de ser. Antes tinha "trabalhado" numa empresa enquanto ocupava o seu lugar de deputado na Assembleia da República. Provavelmente pensa que todos fizemos o mesmo. Daí assegurar que todos vivemos acima das nossas possibilidades. Leu livros que os autores nunca escreveram e fala como um livro aberto mas mal escrito. Leu pouco e pouco aprendeu. Tem um especial pendor para explicador de matérias inexplicáveis. Quer à viva força aplicar o que lhe ensinaram na Juventude do seu partido — e o que lhe dizem os seus comparsas estrangeiros —  às vidas de todos nós. Esquece-se com muita frequência do que lhe aconteceu em proveito próprio e não deveria ter acontecido. Mente. Não basta? O que é que ainda faz em primeiro-ministro?
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014


A FORMA DAS COISASMarcelo e Mendes até reconhecem que a coisa aconteceu. Passos recebia ilegalmente umas massas valentes da Tecnoforma enquanto era deputado. Mas estes bons amigos do primeiro-ministro acham que o então rapaz até não o fez por mal. Não deu por nada. Também quando se falou na angariação de trabalho para a mesma empresa pelo vendedor doutor Miguel Relvas, Teresa Caeiro veio a terreiro defender Passos Coelho: o primeiro-ministro não soube de nada. Das duas uma: ou são tão amigos do líder que nem se importam de fazer figuras tristes, ou então acham que o homem é mesmo tão parvo que tudo lhe passa ao lado. Escolham.
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domingo, 21 de setembro de 2014

80 ANOS | Parabéns, senhor Leonard Cohen.
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MUITO OBRIGADO, SUPER-HERÓIS | E se Paula Teixeira da Cruz e Nuno  Crato convocassem o argumento deste ex-ministro para o debate?! Demitiam-se a seguir? Pediam desculpa? Sim, mas este ministro também pediu desculpa
e demitiu-se na mesma. Pronto, percebo. Os actuais governantes não podem ser dispensados. São super-heróis, como esclareceu há pouco tempo o super-homem da RTP. Precisamos deles para existirmos. O que seria de nós…
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

ERRAR É HUMANO | Nuno Crato pede desculpa. Paula Teixeira da Cruz pede desculpa. É preciso pedir desculpa para que tudo fique na mesma. E quem elegeu esta trupe não nos pede desculpa? Pensem nisso. É que errar é humano, mas assim tanto…
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PPD/PSD EMPREENDEDORISMO | A Tecnoforma pagava a Passos Coelho cinco mil euros por mês no período em que foi deputado? Há suspeitas de enriquecimento de Menezes enquanto estava na Câmara de Gaia? Cavaco comprou acções no BPN no tempo das contas gordas? Amigos e familiares aviaram o cartuxo enquanto foi tempo? Os fundos estruturais da Europa jorraram em apoios às ideias de reestruturação de amigos e amigos de amigos do Presidente então primeiro-ministro? O doutor Miguel Relvas negociou como se não houvesse amanhã e continua? E onde está a surpresa? O PPD/PSD não é um partido político; é uma empresa de sucesso. Parabéns a todos.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

ESCÓCIA É NOSSA | Este será com certeza o slogan de Cameron. Claro que não foi buscar referências a Salazar e à mesquinhez que o ditador luso emanava, mas a palavra de ordem não pode ser outra. A vida não lhe correrá bem se a coisa der para o torto. Os próprios monarcas devem estar abalados com esta impertinência. A família real é habitual utilizadora do famoso kilt escocês. Seja como for, nada será como dantes. No fim do jogo eleitoral é como ir a penalties. As sondagens dão ela por ela. Ou seja, depois de amanhã o Reino Unido será um território dividido. É a vida… 
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CÓPIAS PRIVADAS, VÍCIOS SEM VIRTUDES | Esta lei do controle da cópia privada faz lembrar o que se passa no país: cobra-se a todos para beneficiar alguns. Sempre os mesmos. O resto é conversa. Da fiada.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

REPRESENTATIVIDADE CONDICIONADA | António José Seguro quer menos gente no parlamento. Para quem odeia políticos isto parece uma grande coisa. Seguro sabe que o populismo idiota acha logo esta ideia imbecil e pouco democrática uma grande coisa. Não é. Seguro é um político. Mau político, é certo, mas um político. Os maus políticos gostam de deixar subentendido que odeiam a política. Parece que há um "povo" que gosta de ser enganado por estas palermices. Seguro quer que a Assembleia da República disponibilize assentos apenas para os partidos do centrão. A esquerda do lado esquerdo incomoda-o. Era um descanso: PS e PPD/PSD em alegre convívio democrático a dois. Poupava-se imenso, dizem os defensores desta treta. Era? Quanto? Já fizeram as contas?! Então calem-se. Não digam baboseiras. A democracia tem custos. E para a representatividade democrática os custos nunca são excessivos. Não tenho a certeza que Seguro perceba isto. Se percebe o caso fica mais sério. Este homem anda em perigoso delírio.
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

MALDADES E FATALIDADES | A Justiça não funciona. A Educação está como está. A Saúde já não é para todos. Os Bancos são banquetas. Bandidos encartados tomaram conta da coisa pública. Os políticos são de plástico, que é mais barato. Sobrava o sol. O famoso bom tempo português. Às vezes funcionava como estimulo. Esquecíamos por momentos as figuras de opereta que nos atanazam a vida. Já nem isso nos safa.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

15 DE SETEMBRO EM SETÚBAL | Este dia comemora Bocage em Setúbal. É o dia da cidade. De entre todas as comemorações, destaco este ano a entrega das medalhas da cidade a um poeta que muito considero e de quem fui amigo e editor. Miguel de Castro recebeu a medalha a título póstumo. Alice, sua mulher, declarou que assim fica feita justiça. Finalmente o reconhecimento da cidade. Concordo, mas acho que não vamos ficar por aqui. A obra completa de Miguel de Castro será editada em breve. Assim sim, ficamos  com o melhor do poeta: a sua poesia.

Nota: na sessão foram também medalhados Álvaro Dias, também a título póstumo, e Tó Simões, vivo e recomendável, felizmente. Amigos distinguidos. O que é doce nunca amargou, disse uma vez Camilo José Cela em circunstâncias idênticas. Parabéns.

UMA COISA AMADA
Para a Maria Rosa Colaço
Eu queria ser uma coisa amada.
Um canto de crianças, um poema
Na parede, uma linda esplanada
De verão, um artista de cinema.
Eu gostava de ser uma janela
Escancarada ao mar, o teu lençol
De banho ou, nesta manhã de sol,
Outra coisa que fosse muito bela,
Como no rio azul a vela panda.
Eu gostava de ser o bago de uva
Que te vejo, tão fútil, a trincar!
Eu gostava de ser a fresca chuva
Nos teus seios – que parecem voar
Assim que te debruças na varanda!
[Miguel de Castro]

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VERGONHA E CIRCUNSTÂNCIA | Quando um sistema funciona mal ou às três pancadas, os seus responsáveis não se demitem porquê? A vergonha emigrou? Tudo é ajustamento? 
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domingo, 14 de setembro de 2014

SUCESSO | Afinal os emigrantes já estão a regressar. Portugal começa a receber os seus cidadãos emigrados. Estamos no bom caminho. Agora até Portas já veio dar a cara pela excelente decisão. Bem vindo, mister Stock. Somos uma grande economia que volta a crescer. Somos um grande país.
Notícia Expresso
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OS RATOS SÃO OS PRIMEIROS A ABANDONAR O NAVIO | O Governo só aparece para dar "boas" notícias. Sobre este caso é vê-los fugir a sete pés dos repórteres. Parece que vão tirar o pai da forca. O Banco de Portugal que salve o navio. Carlos Costa vai hoje anunciar quem escolheu para evitar o afundamento do chamado Novo Banco. O que fica destas histórias mal contadas, por esta gente que se pronuncia sobre tudo como se tivesse as inevitáveis soluções na mão, é exactamente o contrário disso mesmo. Estes especialistas não sabem o que fazer à vida — deles e nossa — para resolverem gravíssimos problemas que insistem em amanhar de maneira a não desfazer as suas magníficas concepções ideológicas da vida. Andam às voltas como baratas tontas. E se fossem dar uma volta?
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sábado, 13 de setembro de 2014

NOVO BANCO, BANCO VELHO | A trapalhada está instalada. Quem regula não quer regular. Vitor Bento pensava que ía para um banco novo. Não percebeu o quê? Foi traído? Enganado? Mas ele tem quatro anos? Novo Banco é marca. O banco velho está lá. Um banco não nasce com tanto colaborador e tanto cliente. O marketing e a publicidade fazem o que entendem para estimular actividades, mas não escondem a verdade. Não podem. Não conseguem. Cavaco, Costa do Banco de Portugal, Gomes Ferreira da SIC-N, Camilo Lourenço da vida e todos os neoliberais desesperados não querem saber das pessoas para nada. Só querem salvar o sistema em que chafurdam. O sistema que desespera está condenado devido ao seu próprio desespero. Que ninguém confie nesta gente. Este banco está condenado. É para esquecer. Esta gente tem que ir para longe. Toda. Quando é que a oposição percebe isto e ataca em força?
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ANA SENDAS | É uma grande bailarina dinamarquesa. Bem, não é bem assim: é de Setúbal e agora é uma bailarina do mundo que trabalha na Dinamarca e a Dinamarca está muito contente por a ter lá a trabalhar. Há coisas assim. O mundo é pequeno, não é? Parabéns, Ana.
Notícia Dansk Danseteater
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AS REFORMAS DAS CABEÇAS TONTAS EM MOVIMENTO
O que está a acontecer neste início de temporada com a Justiça e a Educação é normal?! Será um salutar prolongamento da silly season? Aqui há uns anos já teriam rolado cabeças. Agora não. Ah, claro. São as necessárias reformas de que não há memória. Coisa nunca vista. 
De facto. 
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A AVENTESMA | Esta criatura insuflou um partido merdoso e inexistente e agora vai criar outro mais condizente com a sua lapela. Ainda diziam que este boçal ìa ser um perigo. Não vai. É só uma espécie de balão que enche, enche, e vaza ao primeiro alfinete. Quem vai confiar numa aventesma destas? Está tudo maluco?
Notícia DN
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

AI ESSA TERRA | Em Portugal anda tudo entretido a tentar perceber quem está em melhor posição para correr com Passos Coelho. O actual líder socialista queixa-se da "traição" de Costa. Seguro parece não perceber que não há pachorra para pieguices caseiras. Daqui a uns dias vai ser escolhido um possível candidato a primeiro-ministro. Percebemos há muito que Seguro não serve. Ele agora confirmou-o. Prometeu demitir-se mal as coisas corram mal. Sim senhor. Valente. 
Mas confesso que estou muito mais atento ao que se está a passar no Brasil. Lá, o debate é muito mais rústico. Discute-se e põe-se tudo em causa. Uma candidata catavento coloca em risco avanços sociais significativos. A coisa está preta. Imagina-se uma guerra santa se Marina Silva for para o Planalto. Essa cachaça não provará. Esperemos. Força, Dilma. 

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

DESABAFO | Aqui há uns anos, ainda Sócrates era primeiro-ministro, num almoço entre amigos, um amigo então deputado do PS, garantiu que se Seguro avançasse para a liderança ele estaria com ele. Nunca tinha imaginado Seguro a governar. A ideia pareceu-me bizarra. Retorqui que nunca apoiaria Seguro nem para presidente da junta da minha zona. Hoje, ao ouvir o debate e ouvindo os argumentos indescritíveis do actual líder do PS, mantenho a premissa. É que acho que António José Seguro não passa de um tótó. Perdoem-me o informalismo da expressão, mas não me ocorre outra.
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O DEBATE | Ouvi o debate entre Costa e Seguro: Ficou-me uma ideia genial de Seguro: se tiver que aumentar os impostos demito-me. Ainda haverá quem confie num "primeiro-ministro" destes?
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Mereço uma pausa da política
Durão Barroso Económico

UMA PAUSA?! | Não seria melhor uma retirada definitiva? Nós já merecemos que nos desapareça da frente.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O RUÍDO DOS INOCENTES | Na universidade da mula-ruça do PPD/PSD, a ministra Albuquerque sugeriu que a dívida pública fosse debatida. Ouviram bem: debatida. Um grupo de irresponsáveis tinha proposto isso mesmo há umas semanas atrás. Na altura, o primeiro-ministro, naquele tom gongórico e elegante que o caracteriza, esclareceu que "essa gente" não sabia o que dizia. O mundo dá muitas voltas. E esta gente não acerta uma.
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domingo, 7 de setembro de 2014

BANDIDOS SEM LEI | Um polícia não se chama nem para proteger o nosso quintal. Muito menos um país. Tinha que dar nisto: uma nação transformada no quintal de alguns. Alguns delinquentes que combatem agora os delinquentes donos do quintal ao lado. O mundo está entregue a bandidos sem lei. As leis são para aplicar às vidas dos outros. 
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sábado, 6 de setembro de 2014

UNIVERSIDADES DA MULA RUÇA | Até entendo a curiosidade das televisões por estas parvoíces. Vão lá figuras da política e do faz-de-conta para brincarem às universidades e aos universitários. E os partidos acham que aquilo coloca os petizes das suas juventudes no terreno da política, ou seja, nos interesses pessoais da política. Só não percebo a razão das tais figuras irem para o meio da rapaziada fazerem figuras tristes. Falam de política como se estivessem num estrado de stand up comedy. A criatura do retrato até liga a voz de falsete para acentuar a palhaçada. Que os jovens "formandos" aplaudam de pé… compreende-se, vá. Mas que as televisões gastem repetidamente antena com aquilo, parece-me excessivo. Não seria melhor meterem a antena no saco?
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

40XABRIL | Senhoras e senhores. Respeitável público: a exposição abre hoje às 22 horas, na galeria da Casa da Cultura | Setúbal. Poetas e ilustradores em exibição única. Entrada grátis a damas e cavalheiros. É entrar, é entrar.
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Valérie Trierweiler diz que Hollande trata os pobres por "desdentados"
LE PRESIDENT QUI RIT | Hollande vai criar o Ministério da Saúde Dentária para combater a pobreza. E ainda dizem que o homem não tem ideias. Notícia Público

quarta-feira, 3 de setembro de 2014




Portugal poderá ter pasta "significativa" na futura Comissão Europeia
Notícia Expresso


OS SIGNIFICANTES | Andamos sempre à cata de sermos significativos. Ficamos contentes com os sucessos dos nossos "lá fora" e passamos a vida a dar parabéns aos nossos que ganham prémios. Às vezes por troféus insignificantes. Parecemos parvos. Há muita gente a fazer coisas extraordinárias "lá fora" e "cá dentro". Muita mesmo. Estes "significativos" nem dão por isso. A significância para eles tem outro significado. 

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

40 ANOS DE ABRIL EM ILUSTRAÇÃO E POESIA | A exposição abre na próxima sexta-feira, dia 5 de setembro, a partir das 22 horas. Contará com a presença de alguns ilustradores e poetas participantes no projecto. Apareçam.
(A ilustração deste cartaz é de André Letria)

ILUSTRADORES — Ana Biscaia | André Carrilho | Afonso Cruz | João Fazenda | Alex Gozblau | António Jorge Gonçalves | Luís Lázaro | André Lemos | André Letria | André da Loba | João Maio Pinto | Luis Manuel Gaspar | Tiago Manuel | Mariana, a miserável | Rui Rasquinho | Cristina Sampaio | Manuel San Payo | Nuno Saraiva | Gonçalo Viana | Pedro Zamith.

POETAS — Maria Quintans | Margarida Vale de Gato | Helder Moura Pereira | Raquel Nobre Guerra | Carlos Alberto Machado | Catarina Nunes de Almeida | Filipa Leal | António Poppe | Luís Quintais | Miguel-Manso |Fernando Luis Sampaio | Regina Guimarães | Paulo José Miranda | Manuela de Freitas | Vasco Gato | Inês Fonseca Santos | Joana Emídio Marques | António Cabrita | Nuno Brito | Miguel Cardoso.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

ABRIL ILUSTRADO | A exposição abre na próxima sexta-feira, dia 5 de setembro, a partir das 22 horas. Contará com a presença de alguns ilustradores e poetas participantes no projecto. 
Falaremos desta ideia e falaremos de poesia. A poesia que ilustra esta significativa exposição. Apareçam.

ILUSTRAÇÕES — Ana Biscaia | André Carrilho | Afonso Cruz | João Fazenda | Alex Gozblau | António Jorge Gonçalves | Luís Lázaro | André Lemos | André Letria | André da Loba | João Maio Pinto | Luis Manuel Gaspar | Tiago Manuel | Mariana, a miserável | Rui Rasquinho | Cristina Sampaio | Manuel San Payo | Nuno Saraiva | Gonçalo Viana | Pedro Zamith.

POESIA — Maria Quintans | Margarida Vale de Gato | Helder Moura Pereira | Raquel Nobre Guerra | Carlos Alberto Machado | Catarina Nunes de Almeida | Filipa Leal | António Poppe | Luís Quintais | Miguel-Manso | Fernando Luís Sampaio | Regina Guimarães | Paulo José Miranda | Manuela de Freitas | Vasco Gato | Inês Fonseca Santos | Joana Emídio Marques | António Cabrita | Nuno Brito | Miguel Cardoso.

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