sexta-feira, 31 de agosto de 2012

REGRESSO À REALIDADE | Agosto está a dar as últimas. A realidade regressa com a troika à ilharga. Mais austeridade? Provavelmente, confirmam as sinistras criaturas que governam. Entretanto, mesmo quem não governa manda palpites para o fogacho. Borges é atirado para a frente para apresentar um desastroso negócio: doação da RTP a privados. Borges é uma espécie de tubo de ensaio. Um tubo cheio de nada, como sempre. Continua a delinquência direitista. 


QUERIDO MÊS DE AGOSTO | Logo nos primeiros dias de agosto, o dr. Passos permitiu que câmaras de televisão e outros maquinismos fotográficos o perseguissem no seu primeiro dia de férias, fazendo-nos lembrar os tempos em que os verões eram passados entre a vivenda Mariani e as incursões de tótós ao restaurante do Gigi. A palhaçada politico-socialite voltou a inundar os jornais televisivos como moscas à volta da trampa. Os tempos mudam, mas eles não. São gente rasca que 
vive em volta da sua própria realidade parola. É assim, a direita rançosa.  
Imagem Sol
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SILLY SEASON | Já lá vai o tempo em que este período do ano era dado à mais substancial palermice. Tempo ido em que os políticos brilhavam nos jornais e televisões transformados em socialites, e os socialites esmeravam-se na orgulhosa exibição do disparate. O felizmente curto governo de Santana Lopes, transformou essa experiência em permanência, e, nos dias de hoje, o dr. Passos, prolongou o feito (uns dizem que propositadamente, apesar de eu não encontrar vantagens na transformação da inabilidade verbal em retórica) aos dias de hoje. De maneira que a coisa banalizou-se de tal forma que já não se dá por ela. Eu, pelo sim pelo não, vou zarpar. Durante o mês de agosto ninguém me apanha aqui. Volto em setembro. Desejo a todos os meus amigos momentos de grande felicidade. Façamos por isso
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GORE VIDAL | Morreu um Ícon da cultura universal. Tudo o que escreveu é fundamental para que se perceba a teia dos relacionamentos humanos. Interpretou como ninguém o bom e o mau do seu sistema político. Um americano culto e intensamente livre. Um homem de esquerda. Sempre. Um grande homem. Muito Obrigado, Gore Vidal.
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