quarta-feira, 30 de abril de 2008

A cangalhada populista

Manuela Ferreira Leite pertence a um outro PSD. Um partido que só existe porque o padroeiro está em Belém. Sabemos que quem se filia num partido precisa destas adorações. É normal. Ferreira Leite quer manter essa fé. Agora propôe-se carregar com o andor. Poderá conseguir enquanto Cavaco estiver nos altares. Mas será procissão de curto percurso. Pedro Passos Coelho está a ensaiar outras passadas. E não se está a sair nada mal. Só falta ver-se livre da cangalhada "menezista". Esse passo é fundamental, meu caro Passos.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Redesign

Reparei que as "setinhas" que ornamentavam a apresentação da candidatura de Manuela Ferreira Leite eram as de sempre. A senhora não alinhou na mensagem sugerida pelo redesign "menezista". Estas atitudes ditam conceitos. Não respeitar uma alteração tão visualmente evidente é uma atitude. Só pode. Tudo vai voltar ao que era dantes. Ou não?

Não saímos disto

A Estónia e a Eslovénia vão ultrapassar-nos. Tem a ver com a capacidade que cada um tem de mostrar o que vale. A culpa só pode ser nossa. Toda a gente que entra na loja começa logo a vender mais. Ninguém dava nada pela Grécia e agora é vê-la radiosa e confiante. Pelo menos quanto baste. É que para nós, que já não estamos nada bem, avizinha-se um ainda mais reduzido crescimento económico. Somos o regime da cepa torta.
Acho que devíamos colocar um letreiro ali na fronteira. Dizia assim: TRESPASSA-SE.
Depois era esperar para ver.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Ainda cá faltava este

Cunha Vaz, o homem que inventou Carmona Rodrigues e queria fazer da encomenda Menezes o próximo primeiro-ministro de Portugal, diz, em entrevista ao P2, que se for para a política é para mandar. É só mais um. Por enquanto não é motivo de preocupação. Mas nunca se sabe. Em terra de cunha, safa-se quem mete a dita. Este apresenta-se nas primeiras páginas. Há cunhas e cunhas.

Deixem passar esta linda brincadeira

Jardim diz que não tem tropas no continente. A tropa fandanga do costume chega-se à frente. O homem da Madeira começa a convencer-se da sua invencibilidade. O que parecia uma brincadeira de mau gosto está a tornar-se uma dor de cabeça para as tropas de elite. Um exército com os generais em delírio. Uma brincadeira perigosa.

domingo, 27 de abril de 2008

Politicamente incorrecto

Parece que toda a gente gosta muito de ouvir o Camané.
Eu não. 

Wonderful world


Uma senhora agora com 42 anos viveu durante 24 sequestrada pelo próprio pai numa cave. Foi recorrentemente violada e teve filhos do energúmeno. Aconteceu na Áustria. De vez em quando surgem estas novidades fornecidas por países civilizados. Nós, que por dá cá aquela palha atiçamos logo o já tradicional "só neste país", ficamos espantados com tanta violência. Afinal a Áustria é um país longínquo. Há por cá muita bagunça, mas, com tanta violência física e psicológica, ainda não tivemos notícia. Há coisas que só acontecem aos outros, parece.

sábado, 26 de abril de 2008

Um animal de palco

Pedro Santana Lopes saltou para a arena. Na entrevista a Ana Lourenço, na SIC-N, encara a sua candidatura como uma esperança para o estado em que se encontra o país: isto nunca esteve tão mal, refere. Muito pior do que quando era ele o homem do leme. A verborreia instalou-se. O homem sofre imenso com a situação política e leva-se a sério. Andou este tempo todo a fingir que tinha profissão e que estava ocupado. Agora quer voltar ao seu ofício de sempre. Diz que é o único capaz de fazer frente a Sócrates. Disse também que ninguém tem obra feita neste país como ele. Não se riam, isto foi dito. Os "respeitáveis" do PPD/PSD estão em pânico. Vá lá, desta vez não houve interrupções: José Mourinho está no Algarve a acompanhar as obras de um hotel que vai  abrir um dia destes, mas a notícia foi dada na normalidade dos jornais da noite. Ana Lourenço desta vez safou-se. Santana não.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Central de comunicação

Cavaco Silva queixa-se da falta de informação dos jovens portugueses. 
Isto dito por quem se gabava de não ler jornais...

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Fernando Pessoa | Walt Whitman


Conferência pelo escritor, tradutor e investigador Richard Zenith, precedida pela leitura de Saudação a Walt Whitman, de Álvaro de Campos, pelo actor João Grosso.

Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Quinta-feira, 24 de Abril de 2008, às 18h30
Rua do Sacramento à Lapa, 21, Lisboa

Momento de humor

Já havia Patinha, falava-se em Santana e ainda em outro qualquer cujo nome não me ocorre. Agora também Alberto João Jardim pode vir a candidatar-se à liderança do PPD/PSD. Perante esta alegria, Manuela Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho parecem saídos de um filme de terror.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Lembrar ao povo, contar aos jovens

Dia Mundial do Livro


Liberdade
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!

Fernando Pessoa

terça-feira, 22 de abril de 2008

Horta seca


Manuela Ferreira Leite é a esperança dos adeptos da laranja. Um Dom Sebastião de salto alto. Esperemos que não caia dos saltos e esprema a laranja. Esta laranjada está demasiado azeda para ser consumida. Que se espremam os últimos frutos. A bem do prestígio da horta.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Ana Hatherly


Visita à exposição de Ana Hatherly no CCB. A própria acompanhou-nos nesta viagem pelo seu percurso. Uma viagem por uma vida sofrida mas fascinante. Uma manhã para lá do inesquecível. Conheci Ana Hatherly há um ror de anos, numa sessão na Biblioteca Municipal de Setúbal. Reencontrei-a agora. O Dia da Poesia levou os seus trabalhos até às paredes do CCB. Estiveram lá até hoje. Estive lá com os meus colegas do AR.CO. Que bom que foi.

domingo, 20 de abril de 2008

Até parece que há bruxas


Cavaco Silva e Jaime Gama, primeira e segunda figuras do Estado, inscreveram-se no clube de admiradores de Alberto João Jardim. Perdoam-se as má-criações, as ofensas pessoais e ao Estado, os atropelos às normas democráticas, tudo. Tudo o que foi dito e feito para trás é apagado com rasgados elogios. Ninguém está interessado em pôr a criatura na ordem.
Não se vislumbra o mínimo encanto num boçal em delírio, mas não é o que se percebe com estas exibições de apreço. O primeiro-ministro não faz tenções de pôr os pés na terra do soba disparatado. É melhor que não o faça mesmo. Sempre é o resistente que resta, e, pelos vistos, o contacto com o chefe madeirense no seu próprio terreno molda reconhecimentos a seu favor. Anda ali um feitiço qualquer.

História infantil


Carla Maia de Almeida e André Letria juntaram-se para contar a história de um rapazinho que não queria usar óculos. É um problema que atinge na infância todos os "caixa-de-óculos" assim como eu. Aquela coisa pendurada no nariz não tem jeito nenhum. Ainda por cima estimula brincadeiras parvas. Depois percebemos as evidências: vê-se muito melhor com o penduricalho. Há até uma idade em que achamos que dá estilo. Mas isso é muito mais tarde. A Carla e o André contam tudo muito bem contadinho com letras e desenhos. A Carla conseguiu, com as palavras certas, interpretar os dramas e vaidades deste conflito pessoal. O André desenhou tão bem que até sentimos o peso dos óculos no nariz.
A Carla e o André são também meus amigos. E eu fico muito contente por esta história estar tão bem contada.

Não quero usar óculos
Texto: Carla Maia de Almeida
Ilustrações: André Letria
Edição: Caminho

sábado, 19 de abril de 2008

Deambulatório

sexta-feira, 18 de abril de 2008

A crise e a vitalidade

António Borges diz que o que se está a passar no PSD não é crise mas sim vitalidade. Estranha concepção de vitalidade. Para alguém que conhece tão bem os mercados financeiros, provavelmente a crise económica que atravessamos é sinal de grande vitalidade democrática. Dispensava-se tanta vitalidade, não acham?

O quarteto era de cinema


Pedro Bandeira Freire morreu com o grande projecto da sua vida. Não resistiu ao encerramento do Cinema Quarteto. Muitos testemunhámos esta história de amor. Aquelas quatro salas mostraram-nos o mundo. A morte pode ditar finais menos felizes para intensas histórias de amor. Mas os momentos vividos fazem-nos recordar. Os momentos que passei no Quarteto são inesquecíveis. Muito obrigado, Pedro.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Redemoinho

Diz-se por aí que este PSD não chega ao Verão.
Nada mais errado: o Verão é que não chega ao PSD.
O céu continua encoberto e com acentuados arrefecimentos.
Quem semeia ventos colhe tempestades.
A bonança tarda.
Esperam-se abertas.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Muito obrigado por ter vindo

Independentemente do resto, o que se estranha é a surpresa com as tropelias de Jardim.
Estranha mesmo é a reacção de Cavaco, ou por outra, a falta dela. Perante esta afronta, talvez fosse mais sensato ter anulado a viagem à Madeira. Mandava o número dois do Estado. Assim como assim Jaime Gama até é capaz de ir a qualquer lado com o presidente do governo regional. Tudo se resumia a uma cordata troca de galhardetes.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Que farei quando tudo arde?

Começam a ser corriqueiras, estas atitudes do PSD. O que Rui Gomes da Silva diz não incomoda por aí além: sempre se portou como um tonto. Já Alberto João Jardim, o modelo do líder Menezes, incomoda o sistema democrático. Primeiro porque é um exemplo a seguir pelo presidente do seu partido; depois porque se porta como um canalha. Ele é o fazendeiro que dá ordens a seu bel-prazer. Agora insulta o próprio Presidente da República: O "sr. Silva", como arrogantemente o tratou em tempos. Este soba sem trambelho comporta-se como se de um senhorio se tratasse. Um senhorio sem escrúpulos que domina como entende os arrendatários. A ilha não é dele, mas parece. Assim como o PSD não é de Menezes. E claro que também não parece. Aliás, aquilo já não dá ares a nada.
Pacheco Pereira já sugeriu uma bomba.
Mas que fazer quando tudo estiver em cacos?

sexta-feira, 11 de abril de 2008

The beginning song


Já conhecem este cd? Não? Então, se se cruzarem com ele, levem-no para casa e depois digam qualquer coisa.
Ouvi Rita Redshoes num concerto de bolso, ali em baixo, na FNAC Chiado. Apesar de ser coisa de algibeira, soube-me a tanto... Mas como eu não conhecia e gostei muito, portanto, soube-me a pouco, com diria o Sérgio Godinho. Foi por isso que desci lá abaixo, à secção de música, e saquei o cd de estreia. Agora vai passando e eu vou conhecendo a voz e as ideias de Rita. Por falar nisso: também se pode conhecer a Rita no seu blog, que já está ali na coluna da direita.
O prazer é todo meu.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Estes indestrutíveis gauleses

Os falsos recibos verdes são um escândalo.
A precariedade no trabalho, que atinge um quarto da população, é uma ameaça. O desemprego é desesperante. Trabalhar para aquecer, sem a devida paga, é uma sacanice indescritível. Os direitos sem deveres são uma constante: reinvidicamos o que merecemos e o que não merecemos. Ganhamos pouco e pagamos muito. Quando se tenta o equilíbrio, provoca-se o desequilíbrio, em nome de um qualquer equilíbrio sectorial.
Este país parece aquela aldeia gaulesa...

Receituário



Está tudo aí à venda. Reuniram-se gravações antigas e actuações ao vivo. Foi tudo posto dentro de cêdês e dêvêdês.
Música da boa em excelentes edições.
O essencial está dito. Recomenda-se.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Branco é...

O deputado Branquinho foi eleito pelo PSD e não se tem dado por ele. Agora resolveu atacar a contratação de Fernanda Câncio para um programa na RTP2. Branquinho preferiria, talvez, Cinha Jardim, Lili Caneças ou José Castelo Branco para apresentarem o programa sobre a vida nos bairros sociais. Acontece que estes prestimosos e persistentes colaboradores televisivos não estão preparados para lidar com a realidade sem cosméticos. 
O líder Menezes vai acabar com a publicidade. Branquinho, se for ele a mandar, acaba com colaborações estranhas ao serviço.
Provavelmente, quando o PSD voltar ao poder, nem todos terão direito a trabalhar. A televisão estatal será uma incolor manta de retalhos arranjados lá por casa.  
Fernanda Câncio é uma excelente jornalista.
Agostinho Branquinho é não sei o quê...

Last night


Moby lançou este novo trabalho. Já se vende por aqui. O embrulho é assim: bom como o milho. A música é... Moby. Mais Moby. 
Eu estou a gostar. É ouvir.

The big painting



Esta impressionante pintura foi oferecida pelo autor à Tate Britain.
Agora têm de arranjar espaço para colocar o gigantesco trabalho de David Hockney - doze metros e tal de largura. Provavelmente é o que menos preocupa os responsáveis da instituição. A Tate está habituada a esdrúxulos desafios. Há sempre lugar para mais um.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Futuro próximo


Julieta do Vale inaugura na próxima quinta-feira uma exposição de fotografias suas. Chamou-lhe Futuro Próximo. As imagens foram todas feitas no Japão, país onde esteve suportada por uma merecida bolsa de estudo atribuída pela Gulbenkian.
A Julieta fez o estágio profissional na DDLX. E nós gostamos muito dela e do seu trabalho. Para justificar a mostra resolveu escrever estas bonitas palavras:

Dias em que me aproximo do futuro. Vejo que os elementos envolvidos no meu caminho mantêm um movimento inverso mas harmonioso. Toda a gente se dirige para onde vai e eu só ando. Preciso de arroz e de perceber porque está tudo tão bem iluminado.
O espaço de tempo entre acontecimentos dirige os pensamentos para algumas conclusões agradáveis. Procuro o incompleto. Os meios de transporte são confortáveis mas não adormeço facilmente. Tento representar o invisível que me rodeia.
Os ambientes apresentam uma assimetria que encanta, através do desequilíbrio e da aparente casualidade das coisas. Ao eliminar o que não é essencial, reduzindo as coisas à sua essência, o design japonês evoca um sentimento de infinidade.
O espaço é uma entidade com quatro dimensões: altura, largura, comprimento e tempo. Não é necessário estar cheio para ser útil. O vazio pode ser preenchido pela habilidade de cada um. No espaço aberto onde ficamos, podemos estruturar o fluir do tempo e beber chá verde. Podemos ver as pessoas que passam. Levam saquinhos cheios de pedras redondas. Mexem os braços duma maneira diferente.
Os dias são curtos e o vento é cortante. Posso descobrir outros caminhos sem me perder. Parece que respondo bem em japonês a perguntas que não percebi totalmente. Por alguma razão as coisas fluem
.


Galeria Monumental
10 Abril > 7 Maio
Terça a sábado, das 15h00 às 19h30
Campo dos Mártires da Pátria, 101, Lisboa

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Moda Outono-Inverno 2008/2009

Menezes diz que quer um "PSD à moda de Alberto João Jardim". A inspiração para os próximos desfiles está revelada e não causa espanto. Esperemos que haja folclore madeirense na "passerelle". 
Em tudo isto parece haver alguma precipitação. É que não é seguro que seja o estilista Menezes a escolher os modelos. Ainda falta ano e meio. Todos sabemos que as modas passam depressa.

domingo, 6 de abril de 2008

O Coelho vai de mota

Já muito foi dito sobre o novo emprego de Jorge Coelho. Ilegalidade não há. Há Mota-Engil. E há muita pachorra para aturar tanta pouca vergonha. Coelho é um conhecido"manteigueiro".  Antes de comentar uma actividade aparentemente criticável, declara a sua simpatia pelo objecto da crítica: "um grande amigo", "um homem integro", "um grande profissional". Com tanto mimo semeado é natural que colha frutos. Eles aí estão. E são de betão.

My iPhone


Há muito que utilizo os produtos lançados pela empresa de Steve Jobs. Lido diariamente com os computadores e com as respectivas ferramentas. Em Fevereiro chegou às minhas mãos mais um elemento da família apple. Serve para telefonar, mas provoca muitos mais desafios. É um comunicador incrível. Falo nisto devido ao post do Daniel Oliveira. Sou testemunha do seu entusiasmo. Encontrei-o no dia da aquisição, e digo-vos: o gajo tem razão para estar entusiasmado. Esta é mesmo uma das mais fascinantes criações do pessoal da maçã dentada.
O que está na fotografia é o meu. Não direi que estou apaixonado, como o Daniel, mas gosto muito dele. 

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Oportunidade

A tribo do PSD madeirense vai a fogo de conselho. O soba já disse que os arautos do reino, os jornalistas do continente, não vão pôr os presuntos à volta da fogueira. Um dos chefes tribais, um tal Gabriel Drummond, já ameaçou quem decide: se as coisas não mudarem é decretada unilateralmente a independência do arquipélago. 
Apelo ao Governo da Nação: embora aproveitar?

Obras na sala de operações

O B'O anda em manobras de actualização. A coluna do lado direito foi alterada. Os blogues pessoais passaram para a categoria de consultórios particulares. Os com mais participações continuam nas clínicas privadas. Vai surgir a cirurgia estética, para os estetas, e a sala de espera, para quem não posta há muito. Fora de portas está quem está lá fora, a fazer pela vida.
Prometo ser breve.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O que é o teatro?


Há uma exposição, editada pela Direcção Geral das Artes, que anda por aí. Foi lançada no Dia Mundial do Teatro, chama-se O Que é o teatro?, foi comissariada por Maria João Brilhante e tratada visualmente por nós, na DDLX
Procurem-na. Deve estar num teatro, escola ou sede de autarquia aí perto.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Maria Helena Vieira da Silva


Vieira da Silva faria este ano 100 anos. A Fundação que preserva o seu nome e trabalho inaugura hoje uma exposição a que foi dado o título Vieira da Silva Un élan de sublimation - Um percurso iniciático através da obra.
A mostra fica patente até ao dia 1 de Junho.
O material estético foi desenvolvido por nós, na DDLX.

McCullers


Inês Pedrosa vai estar na Fundação Luso-americana, para conversar sobre Carson McCullers.
A sessão é integrada no ciclo ASAS SOBRE A AMÉRICA/WINGS OVER AMERICA, organizado por Filipa Melo.
Amanhã, a partir das seis e meia da tarde.

Fundação Luso-Americana
Auditório | 18,30 h.
Rua do Sacramento à Lapa, 21, Lisboa

terça-feira, 1 de abril de 2008

Serviço de catering

As palavras de Jaime Gama, no Funchal, não merecem o alarido que por aí vai. Trata-se de mero discurso institucional. Esperavam que o homem lá fosse e arrasasse? Isso não são contas do seu rosário. Quem tem de mandar abaixo o "Bokassa" é a oposição madeirense. Não sei de que se queixam. Queriam a papinha toda feita, e servida directamente pelo continente? E não querem mais nada?

Um homem justo e bom

Marinho Pinto, o líder dos causídicos, é um humanista. Preocupa-se com toda a gente. O seu zelo vai ao ponto de defender, em apelos à justiça, um líder de extrema-direita, confesso nazi, acusado de algumas má-vontades para com cidadãos incomodativos. O Bastonário é um homem justo e bom. Completamente fora dos padrões convencionais. Felizmente não somos todos iguais. O dr. Pinto até está solidário com quem defende uma única forma de estar no mundo. Longe de gente de cor diferente: uns chatos que só servem para incomodar.
Grande humanista, o dr. Pinto.
Não terá mais causas para defender? 

Fui convidado para mandar umas bocas no aeiou.
Aceitei.
Esta é a primeira bola a sair do saco.
Vão até lá.
www.aeiou.pt
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