sexta-feira, 26 de maio de 2017


VITOR RAMIL HOJE EM SETÚBAL | Vai estar na Casa Da Cultura | Setúbal, em mais um encontro Muito cá de casa. Falaremos de literatura e de música. A Rosa Azevedo e eu vamos fazer o interrogatório. Oportunidade única, termos um grande nome da música do mundo aqui à nossa frente e podermos fazer-lhe perguntas. Ah, é verdade, ele traz o violão. É hoje, às 22 horas. Convidados.
No próximo dia 28, Vitor Ramil dará um concerto no São Luiz.
(ver aqui: IM.par)

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

HERÓIS DE AGORA | São gente. Querem viver em paz. Fogem a guerras. As guerras não são para eles. Gostavam de fazer por ser felizes. Pelo menos tentam sobreviver. Mas sofrem com a ousadia. Ontem morreram mais no Mediterrâneo. A maioria eram crianças. Gente pequena que ainda não teve tempo de perceber que não é com deuses que as coisas se compõem. É com atitudes. Com resistência às atitudes dos labregos indescritíveis que governam hoje o mundo. O Papa mandou umas bocas ao inenarrável Trump por causa das tropelias do energúmeno contra a preservação do Ambiente. Fez bem. Mas não é isso que faz dele um herói. Pessoalmente não tenho heróis, mas abro aqui uma excepção. Os meus heróis são estes resistentes que lutam pela vida e pela sua própria dignidade. Todos somos refugiados. Nem que seja quando nos tentamos livrar da ignorância e mesmo da sua expressão mais expansiva: a estupidez. Refugiamo-nos nas nossas atitudes. Às vezes dá vontade de ir para bem longe.
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quarta-feira, 24 de maio de 2017


PISCINAS E ANANAZES Este tempo quente que nos assiste os dias e prolonga as noites, convoca para a ordem do dia a pintura de David Hockney. Corrijo: lembra-nos alguma pintura de David Hockney, porque a pintura de David Hockney está toda e está sempre na ordem do dia. Também nos lembramos de tudo isto quando está em Londres — terra de luto — uma importante retrospectiva da sua obra. A bonita obra de Hockney numa cidade marcada pelo terror.
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terça-feira, 23 de maio de 2017

TERROR | Foi em Manchester, Podia ser noutro lugar do planeta. Já foi em muitos lugares. Lugares a mais. Tudo leva a crer que foi atentado suicida. O que dizer de alguém que morre para matar pessoas que estão a iniciar os melhores momentos das suas vidas? Noite terrível.
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

VITOR RAMIL EM SETÚBAL | Vai estar na Casa Da Cultura | Setúbal na próxima sexta-feira, dia 26, em mais um encontro Muito cá de casa. Falaremos sobre a sua escrita e a sua música. A Rosa Azevedo vai fazer o interrogatório. Eu também tenho umas coisas para lhe perguntar, e quem aparecer terá outras. É uma oportunidade única, termos um grande nome da música do mundo aqui à nossa frente e podermos fazer-lhe perguntas. Apontem na agenda. É na próxima sexta-feira, na Casa da Cultura, que ferve de iniciativas. Todos convidados.

No domingo seguinte, dia 28, Ramil dará um concerto no São Luiz. (ver aqui: IM.par)
Tudo isto acontece graças à vontade e ao trabalho de Inês Magalhães Mota, da IM.par.
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sábado, 20 de maio de 2017

RECEITUÁRIO | Quem estiver em casa e quiser olhar para a televisão sem arrependimentos, passe pela RTP2. Ryuichi Sakamoto está no Suntory Concert Hall, com a orquestra filarmónica de Tóquio. Belíssimo concerto. É hoje às 22 horas.
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QUE FESTA É ESTA? | É uma festa em que os ilustradores mostram as suas opiniões ilustradas. É uma festa mesmo, em que toda a gente se diverte e convive à volta de desenhos, uns mais coloridos outros menos coloridos, mas todos com ganas de dizer bem alto que a ilustração está a viver momentos excepcionais. Esta festa tem contornos únicos em Portugal e no mundo. Nunca uma cidade esteve tão ilustrada. António Jorge Gonçalves é o autor contemporâneo exposto. Manuel Ribeiro de Pavia o ilustrador consagrado, em exposição concebida por Jorge Silva. Mas falaremos de tudo isto e de tudo o que falta falar na próxima terça-feira. Apareçam. Convidados.
Festa da Ilustração - Setúbal

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DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Boas capas que embrulham bons objectos. 
http://www.newphilosopher.com/

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sexta-feira, 19 de maio de 2017

DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Série Capas com Alguma Laracha.
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quinta-feira, 18 de maio de 2017


SOLIDARIEDADE COM A DECÊNCIA | Será desta?
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

RECEITUÁRIO | Em tempos era só um hospital que albergava gente com outras diferenças de mentalidades. Agora alberga e mostra os trabalhos de outras mentes. Gente das artes vai lá mostrar o que anda a fazer. O espaço expositivo é excelente. E os artistas convidados... Bem, basta olhar para esta proposta. Só se não puder é que não vou lá dar um abraço ao Pedro.
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RECEITUÁRIO | A grande poesia em grande tradução. Tudo começou porque Píndaro escreveu estes textos. Poeta de meter respeito nascido na Grécia. O António De Castro Caeiro traduziu a obra do grego. O António não se vê grego para perceber e falar grego. É um especialista na coisa. 
Mais uma magnífica edição da abysmo. O lançamento é amanhã. 

Vamos lá?
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terça-feira, 16 de maio de 2017

TRUMPGATE? O Poupas está em apuros. O que se espera para depois não é lá grande charuto, mas pelo menos desaparece esta alarvidade sem trambelho. É também uma questão de estética. Brocados e dourados fora do poder.
Fonte Expresso
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PSICOLOGIA DO VESTIR | O monárquico de serviço na coligação de Cristas nunca acerta uma. Quem disse que saia travada não é vestimenta apropriada para trabalhar? Depende do trabalho, homessa! Claro que o marialva não sabe muito bem o que isso é. Por isso mesmo deveria ter cuidado com o que diz. Mas, lá está, é da sua natureza. Um marialva é naturalmente destemido e desbocado. Mas Cristas até tem alguma razão. Pelo menos tem as suas razões. Não se vai para o meio de malta com pouca roupa de vestido de kiwis. Ou de mini-saia, ou de calções de cabedal. Jeans e botas é muito mais apropriado. Mas atenção à marca dos jeans. E das botas. Não vá lá para o meio daquela gente com roupas de marca, caríssimas e assim. Tudo tem preceito, sei lá.
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

MÚSICA MESMO MUITO CÁ DE CASA | Vitor Ramil vai estar em Portugal no final do mês. Antes do concerto no São Luiz vai estar na Casa Da Cultura | Setúbal. O encontro será no próximo dia 26, na galeria da Casa, a partir das 22 horas.Vamos falar de música, mas também de literatura. Rosa Azevedo vai apresentar o seu livro Primavera da Pontuação. Eu a Rosa vamos conversar com ele. Parece que o homem traz o violão. Tudo pode acontecer. Nos próximos dias enviamos o convite e falaremos mais sobre este assunto. 
Fonte im.par
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domingo, 14 de maio de 2017

MÚSICA PARA CAMALEÕES | Reconhecer diferenças na canção vencedora não é aprovação do eurofestival. O eurofestival vai provavelmente continuar a ser a chungaria que o caracteriza. Foleirada do pior em grande produção. A cidade onde vivo — Setúbal — costuma exibir o pior, o mais chunga mesmo, que o eurofestival produz. Custa dinheiro? Deve custar. Eu acho que esse dinheiro deveria ser gasto para se evitar a produção. Era uma boa prestação cultural. Mas no próximo ano a coisa piora. O eurofestival mesmo, a prestação principal, vai ser produzido na cidade onde assento arraiais para trabalhar — Lisboa. Também lamento a produção. Não tenho ilusões. Vai ser uma piroseira do pior. O problema é que este ano aconteceu um acidente de percurso: a canção vencedora foi uma composição portuguesa. Como recompensa o país é castigado com a organização do desfile culturalmente bárbaro. É certo que a canção se destacou pela diferença. Os dois irmãos parecem talentosos. O rapaz não alinha pelo diapasão da chungaria. Demarca-se do enleio sempre que se pronuncia sobre o assunto. Revela inteligência e gosto musical apurado. Gosto do rapaz e da irmã, não gosto da palhaçada que os rodeia. Confesso que fiquei incomodado por ficar ligado à apologia da coisa. Um orgulhoso nacionalismo apoderou-se da população. Não sou nacionalista. Nunca imaginei fazer um comentário ao festival da canção, ou ao eurofestival, ou ao que quer que seja, por nacionalismo serôdio. Não foi o que fiz e nunca mais farei nada que se assemelhe. Esta mania de não saber estar calado traz desvantagens. Fique claro: a música ligeira manhosa não me interessa para nada, seja ela portuguesa ou produzida "lá fora". Explicada a fraqueza?
Nota: isto não é um arrependimento. É só cá por coisas.
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NÃO HÁ MILAGRES, ESTÚPIDOSTrês alegrias em um dia apenas. É obra. Mas vamos lá dissecar isto. Uma alegria foi para quem acredita em milagres. A segunda para quem acredita que a bola é redonda mas que às vezes roda mais para o nosso lado. A terceira para quem gosta de música de bater palmas e trautear lá-lá-lá. Será? 
As duas primeiras alegrias que trago à prelecção são o que são e assim vão continuar a ser. A terceira não é bem assim. O grande valor de Salvador não é o ter conseguido convencer o mundo de quem vê e ouve o eurofestival que a sua canção era a melhor. Ele é muito mais do que isso. "A música é para sentir", disse. E disse tantas outras coisas inteligentes que provavelmente os entusiastas de eurofestivais não perceberam nem um bocadinho o que ali está.
É que, agora a sério, não há milagres. Fátima e os pastorinhos santinhos são uma empresa de sucesso e o sucesso dá muito trabalho. O Benfica não é campeão só porque os jogadores se benzem ao entrarem no relvado. Se assim fosse até os deuses teriam de ser adeptos de futebol e usar cachecol colorido. Um campeão tem de trabalhar muito. Os resultados saem desse trabalho.
E por último a vitória de Salvador Sobral. "A música é para sentir", disse ele e eu repito-o. A música não é maionese para acrescentar a cozinhados manhosos. O eurofestival é um cozinhado manhoso. Salvador e a irmã Luísa quiseram dizer ao mundo dos festivais manhosos que há outras coisas que não são manhosas e que as pessoas podem gostar. O gosto decorativo do "acrescentar ritmo para bater palminhas e dar ao rabo" foi derrotado nesta edição do eurofestival manhoso. Quem gosta daquilo só porque é aquilo pode ser que não perceba isto, mas então não percebe nada. Se tudo ficar na mesma como a lesma, tudo ficará ainda mais medíocre e manhoso. Agora é assim: ou mudam, ou mesmo os entusiastas porque sim mudam de agulha. Há mundo para além da parolice festivaleira.
Claro que Salvador já está noutra. Sempre esteve, aliás.
Boa, Salvador. E bom trabalho. A gente vai encontrar-se por aí.
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O SALVADOR | Nunca vejo o festim da eurovisão. Hoje isso também não vai acontecer. Parece que o Salvador também nunca assistiu àquilo. O Salvador nunca ter visto o festim eurovisivo é bom sinal. Mas dizem-me que o Salvador este ano participa. E dizem-me ainda que o Salvador é um bom cantor. Acredito. Os zumzuns que me chegam são apreciáveis. Também percebi que o Salvador é um cidadão que respeita os cidadãos que estão em dificuldades. Declarou apoio ao apoio aos refugiados que Trump, Le Pen e outra trampa de gente não apoia. Eu um dia vou ver o Salvador, e ouvir, e aplaudir. Mas não é na Eurovisão. A minha música é outra. E os meus festivais acontecem em outros palcos. A Eurovisão nunca me encantou. Era só. Boa noite.
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sábado, 13 de maio de 2017


































DE NÃO SABER O QUE ME ESPERA | Foi uma lição, esta sessão com José Brandão, João de Azevedo e Alberto Lopes. Os autores-designers-ilustradores das capas dos discos de José Afonso explicaram tudo o que aconteceu e que motivou o privilégio de terem sido os escolhidos por Zeca. Falámos do trabalho e dos envolvimentos artísticos. Falámos do excelente trabalho que está instalado nas paredes da galeria da Casa Da Cultura | Setúbal até ao final de Maio. Falámos do trabalho de José Santa-Bárbara, que motivos chatos não deixaram estar presente. José Brandão ainda teve tempo para explicar os desenvolvimentos do seu Coro dos Tribunais a um grupo de ex-alunos. Foi uma noite e pêras. Digo eu, que saí dali muito mais crescido. Acho que se nota. 
As fotografias são do Fernando Pinho.

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

CARTAZES 2016/17Bráulio Amado é designer, art director e ilustrador. Vive em Nova Iorque e trabalha para o mundo. Vai estar na Festa da Ilustração - Setúbal, em exposição na Casa do Largo, no largo José Afonso, e na Abysmo galeria, em Lisboa. A curadoria é do Gonçalo Duarte. A festa está aí a rebentar.
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ASSUNÇÃO & CRISTAS, LDA. | Cristas quer Metro de Lisboa com 20 novas estações. Concordo com a senhora. Mas a exigência sabe a pouco. Eu, se é assim para pedir como se não houvesse amanhã, alargava o desafio. Só mais vinte estações de metro parece-me pouco. Assim de repente vislumbro a necessidade de pelo menos mais umas dez. Vou pôr-me no assunto e vou fazer uma proposta à senhora deputada. Provavelmente ela aceita. Tudo para cumprir no próximo mandato, é claro. Temos que ser empreendedores. Criar empresas e postos de trabalho na capital. O país precisa de gente assim - trabalhadora.
Fonte JN
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terça-feira, 9 de maio de 2017

BAPTISTA-BASTOS | Foi o primeiro convidado das sessões Dois Dedos de Conversa Com..., que aconteciam no Círculo Cultural, instituição situada no local onde hoje funciona a Casa Da Cultura | Setúbal. Foi ele que me apresentou a outros escritores posteriormente convidados: Manuel da Fonseca, Virgílio Martinho e José Saramago figuram no rol. Também me deu a conhecer Herberto Helder e Anibal Telo, seu editor — Forja — na altura. O livro que apresentou em Setúbal foi VIAGEM DE UM PAI E DE UM FILHO PELAS RUAS DA AMARGURA. Mas não houve amargura na sessão. Houve erudição e alegria. Estas sessões têm agora actualização com as iniciativas Muito cá de casa. Há pouco tempo desafiei-o para ir a Setúbal apresentar o seu mais recente e excelente livro de crónicas publicado pelas Edições Parsifal. Não o conseguimos convencer. Sair de casa à noite nem arrastado. Tive pena. Gostava muito de Baptista-Bastos. Até sempre, BB.
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PERCEBER PORQUÊ | Vamos receber em Setúbal os autores das capas dos discos de José Afonso.
Esclareço: José Afonso foi pioneiro. Inaugurou uma nova maneira de fazer música. Também foi pioneiro na apresentação do seu trabalho. Num tempo em que as capas que envolviam os discos se limitavam a reproduzir a fotografia do autor, partindo do princípio que era a imagem do cantor que vendia, José Afonso convocou designers contemporâneos para vestir o seu trabalho musical. Estes senhores que agora vêm conversar com quem quiser conversar com eles, são grandes nomes do design cá da terra. Estas capas fazem parte da história do design cá em Portugal. São os treze álbuns originais que Zeca gravou. Há mais discos, é claro — singles, Eps e até gravações pontuais — mas estes são os originais concebidos com a exigência e o rigor do trabalho do artista na relação com todas as componentes de produção. Vamos conversar com eles na próxima sexta-feira, dia 12. Eu acho que esta conversa é importante. Isto nunca aconteceu antes, penso eu. Vou moderar a coisa. Estou cheio de curiosidade. Apareçam, ok?
Só mais esta: A exposição MAS QUEM VENCER ESTA META, QUE DIGA SE A LINHA É RECTA, permanecerá até finais de Maio. Mais concretamente até ao início da Festa da Ilustração, que abre dia 2 por volta da meia-noite. Nesta galeria da Casa Da Cultura | Setúbal vai estar uma grande mostra do trabalho de António Jorge Gonçalves. Isto anda tudo ligado.  
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domingo, 7 de maio de 2017

CONTRA O FASCISMO | Tempo de agradecer aos franceses que não quiseram Marine Le Pen em presidente. Tempo de lhes dizer que esta derrota não descansa ninguém, mas alivia de uma ameaça maior. Tempo de estarmos atentos. O mundo está perigoso. Ninguém pode ficar indiferente às ameaças da direita. A direita combate a extrema-direita para conquistar poder e assim instalar definitivamente o neoliberalismo como se de uma coisa fofinha se tratasse. Tempo de estarmos atentos. 
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CONTRA O FASCISMO | É hoje que os franceses nos vão fazer esse favor, não é?
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sábado, 6 de maio de 2017


OS FRANCESES | "ils sont fous, ces gaulois!". Ilustração de António Jorge Gonçalves, o ilustrador contemporâneo convidado da Festa da Ilustração - Setúbal deste ano. A Festa está a chegar. É em junho. Um dia destes será anunciado o programa completo. Tudo será comunicado no mural que o facebook permite utilizar. Sigam o mural da Festa. Vá lá!
www.antoniojorgegonçalves.com

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A VIDA É UM JOGO? | Tudo encaixa. Tudo é perfeitinho. Mas é preciso corrigir o que ainda está mal. É?! Talvez não. Não há nada como perguntar. Ir lá ver. Esta peça é do Caral... Não, não digo. Estragava a surpresa. Eu gostei do que vi e ouvi. Hoje é o último dia em cena. Quem não viu não consegue imaginar o que perdeu. Parabéns, Gonçalo. E parabéns a todos os que experimentaram as tábuas do palco do São Luiz.
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Le Pen na capa da Stylist: "Porque ter uma conversa desagradável é melhor do que não ter nenhuma conversa de todo."
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quinta-feira, 4 de maio de 2017


RECEITUÁRIO | Hoje é dia de ir ver pintura. Lá estarei, para dar um abraço ao meu amigo Domingos Rego. Abre hoje às sete da tarde. Até já.

DOMINGOS REGO | TEMPO REAL
Abertura: Hoje às 19.00 horas
GALERIA ALECRIM 50
Rua do Alecrim, 50, Lisboa
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RECEITUÁRIO | E na galeria João Esteves de Oliveira abre também esta exposição. Hoje vai ser uma correria. Até já.
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RECEITUÁRIO | Hoje também é dia de ir ao teatro. O Gonçalo Waddington escreveu e dirigiu o espectáculo. As representações estão a chegar ao fim. Vou lá hoje. Até logo.

O NOSSO DESPORTO PREFERIDO
FUTURO DISTANTE
Criação e encenação de Gonçalo Waddington
Hoje, às 21:00 horas
Teatro São Luiz
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quarta-feira, 3 de maio de 2017

RECEITUÁRIO | Hoje é dia de ir ao teatro. Até logo.

Jorge Silva Melo no Facebook: E pronto, a última estreia desta temporada 2016/ 7 no Teatro da Politécnica. O CINEMA de Annie Baker está a partir de hoje em cena - e até 3 de Junho. E já estreámos O RIO de Jez Butterworth (Setembro ), O NOVO DANCING ELECTRICO de Enda Walsh (Novembro), A ESTUPIDEZ de Rafael Spregelburd (Janeiro), A NOITE DA IGUANA de Tennessee Williams (Janeiro), MARCHA INVENCÍVEL dos Possessos (Abril). E andamos por aí em digressões (poucas, que os tempos andam adversos.) (Bruno Huca, Rita Cabaço, António Simão, fotografia de Jorge Gonçalves.)

O CINEMA de Annie Baker
Encenação de Jorge Silva Melo
Teatro da Politécnica

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ARTE SACRA | O terço da Joana é uma grande, uma enorme demonstração de fé. A santinha da Atlantis também está muito bem, benza-a Deus. Diz que é Arte. A Igreja Católica anda a investir em arte há muito. Pintura, escultura, vídeo, performance, instalação são disciplinas artísticas historicamente convocadas para a aproximação ao culto. Ficou famosa uma instalação que uma grande artista apresentou, há precisamente 100 anos, ali naquele sítio agora muito conhecido por ostentar o monumento de Joana. Chama-se Fátima, salvo erro. Aquilo deu trabalho. Para a época foi qualquer coisa. Meteu uma azinheira, figurantes lá da terra e efeitos especiais com grandes recursos técnicos. Até o sol bailou em écran gigante. Deve ter sido caro, mas as pessoas gostam, ouve-se com frequência quando a intenção é promover o excesso de diversão e fantasia. Divirtam-se. E bom negócio.
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terça-feira, 2 de maio de 2017


DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Série Grandes Capas. A Festa da Ilustração - Setúbal anda há dois anos a perguntar se é preciso fazer um desenho. O que moveu os iniciadores da Festa a meterem mãos à obra foi o ataque ao Charlie Hebdo. Agora o Charlie faz esta capa. Isto até parece que anda tudo ligado. E anda mesmo: nós na Festa também não gostávamos de ver Marine president
Já agora: para o próximo ano a Festa vai passar as linhas geográficas e vai estacionar também em Montpelier. Porque isto anda tudo ligado.

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