sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018


14 ANOS | No próximo dia 1 de março vamos festejar. Lord Mantraste aceitou mostrar as capas que lhe têm trazido reconhecimento. O ilustrador vai escolher as capas que vão estar expostas e vai estar por cá. Vamos conviver, bebericando o conteúdo líquido de uns copos e conversando muito. É no primeiro dia de março. Convidados.
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018


MAS QUE PINTURA É ESTA?Diego Machargo pinta as paisagens que vai inventando. São territórios povoados de imaginação e ar fresco. Puro. Refrescado por ideias de infância. Mas o que é isso que pintas que não tem paisagem?, perguntava-lhe a avó. Pergunta inteligente. Mas porque temos nós que perceber a paisagem que o Diego quis pintar? A pintura deste jovem artista habita o espaço reservado à imaginação. Tão pouco e tanto. Que mais se lhe pode pedir? Que pinte, claro. Que pinte sempre com esta liberdade. É espantosa, esta exposição que alegra as paredes da galeria do segundo andar da Casa da Avenida.

ESO QUE PINTAS QUE NO TIENE PAISAGE
DIEGO MACHARGO
10 FEVEREIRO/10 DE MARÇO. 2018
CASA D'AVENIDA GALERIA - SETÚBAL
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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

GENTE MEDIEVA | É assim uma espécie de praxe no namoro. "Quanto mais me bates, mais eu gosto de ti". Há práticas que vêm lá de trás. Do fundo dos tempos. É tudo tão naturalmente apresentado como normal que mais parece que não saímos da idade média. Vale tudo, menos a razoabilidade e o progresso das ideias. O futuro é dos idiotas. Eles até já chegam ao poder democraticamente.
Fonte RTP
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018


NATÁLIA NUNES | Morreu uma grande intelectual. É inevitável adicionar o nome de Natália Nunes a Rómulo de Carvalho, ou António Gedeão — marido — ou a Cristina Carvalho — filha —, gente da escrita com escrita recomendável. Mas Natália Nunes é também ela uma escritora com obra altamente apreciável. A Relógio D'Água fez reedição. Publicou o extraordinário Assembleia de Mulheres. Único que li. Aguardemos reedição de todo o seu trabalho. É a melhor homenagem que se pode fazer a quem escreve.  
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sábado, 10 de fevereiro de 2018


A DANÇA DAS LETRAS | Saiu este sábado, dia 10, a primeira edição do jornal SEMMAIS que exibe um figurino redesenhado pelo ateliê DDLX, empresa que me preenche as horas do dia (e muitas vezes da noite) e onde exercito o prestimoso desporto que transforma ideias de comunicação em objectos com existência visual publicada. Este jornal sai encartado com a edição do Expresso que é distribuída na margem sul entre Almada e Sines. Distrito de Setúbal, portanto.
Convocámos para o redesign destas páginas fontes tipográficas que, na nossa opinião, satisfazem a estrutura narrativa e integrámo-las, umas em educada chamada de atenção para a notícia, encimando a dita com a dignidade que um título deve ter; outras  enfileiradas em sua própria mancha de texto ou em caixas de esclarecimento opinativo. Pretendemos que a leitura seja um prazer. Fazemos casamentos de conveniência entre tipos serifados e outras tipologias mais ou menos regulares. Sem complexos provincianos, mas também sem ostentações “moderninhas”. Queremos um jornal cosmopolita, com assento no mundo em que nos envolvemos. A imprensa regional é importante para as regiões. E as regiões são o mundo. Entendemos que estamos a fazer o nosso melhor. Mas sabemos que o melhor nunca se atinge. Aceitamos sugestões.
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018




MANTRASTE EM SETÚBAL | A exposição DESCULPEM, APAIXONEI-ME E NÃO FIZ NADA, de Lord Mantraste, continua disponível aos olhares do mais exigente público, no Espaço Ilustração, da Casa Da Cultura | Setúbal. A Abertura foi assim: concorrida e divertida. Apareçam. Até ao fim do mês estão a tempo.
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

A SANTA CRUZADA MANDA | Até percebo que esta gente viva segundo os seus dogmas. E percebo que queiram impôr aos outros as ideias serôdias que exibem como lucidez religiosa. Segue-os quem quer e pratica o que dizem quem estiver por esses ajustes. Só não percebo quem diz ter respeito intelectual por esta criatura de deus. Não se tem respeito por quem faz a apologia do proibicionismo. Não podemos estar de acordo com quem sugere algo tão pouco saudável por submissão a uma fantasia religiosa. As entidades responsáveis pela saúde dos portugueses deviam pronunciar-se sobre este disparate. Deixem as pessoas ser livres de fazer o que acham melhor para si. Não fodem? Não fodam. Mas não andem a foder a cabeça aos outros. 
Fonte Público
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O TEMPO DAS IMAGENS | Preciso de olhar e ver. As imagens fazem parte do meu dia. São importantes. Quando descubro um novo artista comemoro o feito. Mas não é possível descobrir coisas novas todos os dias. Também é bom voltar a descobertas anteriores. Passo a vida nisso. Cy Twombly é porto seguro. Que deslumbramento olhar as imagens que criou. Ando sempre por aqui.
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

INQUESTIONÁVEL MÉRITO? | O governo Passos/Portas de inquestionável só teve a arrogância. Mas o que será inquestionável nesta vida? Só se forem mesmo os actos e acções do senhor Presidente da República. Exemplo: se Cavaco tivesse sugerido a um sem-abrigo o uso de uma torradeira para recuperar uma fatia de pão caía-lhe tudo em cima. Mas Marcelo pode dizer e fazer tudo. Não se lembrou ele de sugerir ao senhor da torradeira que pusesse o feito no facebook. Assim como sugestão para outros possíveis utilizadores. E depois ía lá tirar uma selfie com o cidadão que lhe seguiu o conselho e pespegava o notável acto no instagram. Tudo atitudes de inquestionável mérito e de assegurado apoio popular e mediático.
Fonte Expresso
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domingo, 4 de fevereiro de 2018

AGOSTINHO FERREIRA | Morreu o mestre Agostinho Ferreira. O Paulo Curto deu-me a notícia. O Paulo, mas também o Maurício Abreu e eu sabemos perfeitamente o que este homem representou para as artes gráficas. Cartazes, livros, folhetos e brochuras, muitos dos documentos impressos que um dia passaram pelas mãos e olhos de todos nós, foram "apurados" pelo mestre Agostinho. Fundou, com os seus colegas e amigos Henrique, António e Alfredo, uma empresa que deu cartas em qualidade na impressão gráfica.  Num tempo em que os computadores ainda eram ficção científica, Agostinho Ferreira desfazia as nossas angústias perante a representação final de um trabalho. Transferia para as películas transparentes as cores e as formas que a nossa inquietação idealizava.
Parou quando percebeu que as coisas tinham mudado. Reformou-se e passou a fazer a tempo inteiro o que sempre gostou de fazer. Sempre leu. Leu muito. Esclarecido e com opinião, no tempo do velho das botas de elástico foi um antifascista com militância cultural. Sempre com a esquerda. Foi um homem encantador. E foi meu amigo. 
Muito obrigado, mestre.
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

SUGESTÕES DO DIAJochen Bustorff veio a Portugal em 1974. Queria perceber o que se estava a passar. Os enredos que levaram à instalação da democracia aguçaram-lhe a curiosidade. Ficou por cá durante todo o processo inicial. Viveu alguns anos em Setúbal. Depois continuou a correr mundo, mas voltou a Portugal e ficou a morar e a trabalhar em Pombal. Até mudou o nome artístico para José Maria Bustorff. Agora vai voltar à cidade onde foi feliz. Setúbal vai acolher duas exposições do pintor — Casa Da Cultura | Setúbal e Casa d’Avenida. Chamou a estas mostras EVOLUÇÃO. Podem ser visitadas durante todo o mês de fevereiro.

A biografia que se segue esclarece o que foi possível apurar de um artista andarilho que não sabe estar quieto.

José Maria Bustorff fez o curso superior de belas-artes em Hamburgo. Após conclusão da licenciatura, o governo alemão concedeu-lhe uma bolsa para estudar arte popular em Portugal, no Alentejo. Resulta desse estudo a publicação do livro Diário do Alentejo, em português e alemão. Viveu depois em Setúbal, onde fez grandes amizades. José Afonso foi um desses amigos, tornando-se o poeta-cantor grande referência para o pintor. Em 1982 trabalhou para o ministério da agricultura de Moçambique, como responsável por um projeto editorial. Três anos mais tarde viaja para Roma, entregando-se exclusivamente à pintura.
Viajou pelos grandes desertos de África, documentando, fotografando e desenhando outras realidades. Deu aulas na Universidade da Namíbia.
Entre 1992 e 1994 residiu em Paris, trabalhou no Louvre e criou  o seu próprio ateliê. 
Vive e trabalha em Portugal desde 1995.
Fez exposições em todos os locais por onde passou: Alemanha, França, Portugal, Sudão, Namíbia, Brasil, Cuba, Macau, Hong Kong e China.
Em 2002 foi galardoado na Bienal do Vidro da Marinha Grande, com um trabalho sobre o pensamento de Marcel Duchamp, e com o primeiro prémio de pintura no Congresso Trás-os-Montes.
Em 2005, a Cooperativa Árvore, no Porto, e o Celeiro do Marquês, em Pombal, mostraram o seu trabalho em grandes exposições. Participou também na Bienal de Vila Nova de Cerveira.
Outras exposições: em 2008, na Fábrica Social, convidado pelo escultor José Rodrigues. Em 2009, na Chiado de Coimbra. Em 2010, na galeria do Teatro-Cine de Pombal. A Fundação José Rodrigues, recém constituída, volta a mostrar o seu trabalho no Porto, em 2013. Expõe em Hamburgo em 2014. 
Em 2016 expõe em Santiago do Cacém, integrando as comemorações do 25 de Abril.
Volta a expôr em Pombal, no Teatro-Cine, entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017.
Em fevereiro do mesmo ano volta a expôr na cooperativa Árvore, no Porto.
Em fevereiro de 2018 expõe pela primeira vez em Setúbal, na Casa da Cultura e na Casa d’Avenida.
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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

LORD MANTRASTE NO ESPAÇO ILUSTRAÇÃO, EM SETÚBALLord Mantraste, que é na vida real o ilustrador Bruno Reis Santos, vai mostrar trabalhos no novíssimo espaço da Festa da Ilustração - Setúbal. Em nota biográfica recentemente publicada vem-se a saber o seguinte: “Pretendo ser a Nossa Senhora da ilustração e que cada trabalho meu seja um Menino Jesus”. É assim que se apresenta Lord Mantraste, ilustrador e designer gráfico. De seu nome Bruno Reis Santos, nascido em Nadadouro, nas Caldas da Rainha, em 1988, é orgulhoso filho de uma cabeleireira e de um pastor, criado livre, no mundo rural, “como um animal na floresta”, nas palavras do próprio.

Conclui, em 2013, a licenciatura em Design Gráfico, na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Figuras e histórias da cultura popular portuguesa assim como a paixão pela natureza, inspirações de infância, são conceitos presentes nos inúmeros trabalhos de Mantraste, que se distingue também pela primazia e abundância da cor e traços simples. A sua aventura mais recente passa pela ilustração de capas de livros, aventura esta que lhe valeu já uma distinção – a capa do livro “Arranha-Céus”, de J. G. Ballard, da sua autoria, foi considerada a melhor capa de ilustração e design 2015, por um grupo de dez especialistas da revista “Sábado”. “A Imaculada Sardinha Portuguesa” garantiu-lhe um lugar vencedor no concurso das Sardinhas para as Festas de Lisboa, em 2011.
DESCULPEM, APAIXONEI-ME E NÃO FIZ NADA | LORD MANTRASTE
ESPAÇO ILUSTRAÇÃO - CASA DA CULTURA, SETÚBAL
FEVEREIRO - 2018

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

EVOLUÇÃO DE J. M. Bustorff | Jochen Bustorff veio a Portugal em 1974. Queria perceber o que se estava a passar. Os enredos que levaram à instalação da democracia aguçaram-lhe a curiosidade. Ficou por cá durante todo o processo inicial. Viveu alguns anos em Setúbal. Depois continuou a correr mundo, mas voltou a Portugal e ficou a morar e a trabalhar em Pombal. Até mudou o nome artístico para José Maria Bustorff. Agora vai voltar à cidade onde foi feliz. Setúbal vai acolher duas exposição do pintor — Casa Da Cultura | Setúbal e Casa da Avenida. Chamou as estas mostras EVOLUÇÂO. É vê-las. 
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sábado, 27 de janeiro de 2018

A HISTÓRIA DAS PESSOAS | Aconteceu ontem à noite, na Casa Da Cultura | Setúbal. Com Diogo Ferreira e João Santos falámos das histórias dos sítios onde as pessoas fazem História. São as pessoas que fazem a História que os historiadores depois contam para que a memória perdure. A região de Setúbal está no tubo de ensaio. Diogo tem trabalho publicado sobre o tempo conturbado em que a República se instalou. João vai um dia publicar o que anda a estudar: a industrialização da região nos tempos em que a repressão foi feroz. O debate foi parar às recentes preocupações com a Auto-Europa. Faz sentido. Percebermos o que aconteceu no passado ajuda-nos a perceber o presente. Foi muito bom falarmos com o Diogo Ferreira e com o João Santos. 
Fotografias de Fernando Pinho

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

EM VOZ ALTA | Primeira sessão EM VOZ ALTA na Casa Da Cultura | Setúbal. Foi ora em voz alta, de facto, ora em timbre mais sussurante, que Jorge Silva Melo nos apresentou a poesia de Mário Dionísio. A coisa é para continuar. A última quinta-feira do mês é para a poesia dita pelos Artistas Unidos.
Até à próxima.
fotografias de Fernando Pinho

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A DIABO DA VELHA | Esta gente não desiste da ajuda do diabo. Como o mafarrico não chegou em tempo útil para Passos Coelho, vem agora a velha senhora solicitar que o seu partido lhe venda a alma. Vendam, vendam lá essa coisa. É que o diabo não dá nada a ninguém. E o PSD pode ficar sem alma. Assim como assim, até já parece que não a tem. Seja lá isso o que for.
Fonte Observador
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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

RECEITUÁRIO | É hoje às seis da tarde. Faltar? Nem pensar!

Lançamento do livro 
DESENHOS EFÉMEROS
De António Jorge Gonçalves 
Edição Orfeu Negro
Terça, 18h
Sala Bernardo Sassetti
Entrada livre sujeita à lotação da sala


Livro sobre a atividade performativa - desenho digital em tempo real e a manipulação de objetos em retroprojetor de transparências - do artista visual António Jorge Gonçalves.
É da própria natureza da atividade performativa a efemeridade dos seus objetos: daí a necessidade de a documentar preservando a sua memória e estudo para lá do horizonte temporal imediato. As mais de 150 performances realizadas pelo artista entre 2003 e 2017, a solo ou em diálogo - com parceiros tão distintos como a banda Galandum Galundaina ou a Orquestra Metropolitana de Lisboa, o pianista Bernardo Sassetti ou a coreógrafa Amélia Bentes - ficaram apenas na memória de quem esteve presente.

Uma conversa com os autores: Nuno Artur Silva, Rui Eduardo Paes, Carlos Pimenta, Pedro Moura, Carla Oliveira e Filipe Raposo, moderada por Anabela Mota Ribeiro

Concerto: Filipe Raposo (piano) e António Jorge Gonçalves (desenho em tempo real)

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HISTÓRIA E PATRIMÓNIO MUITO CÁ DE CASA | Na próxima sexta-feira vamos estar com Diogo Ferreira e João Santos. Vamos falar de História Local porque achamos que a História do Mundo passa por essa história. As histórias das nossas vidas passam pelo que nos acontece nos locais onde habitamos e trabalhamos. Vamos falar com estes dois historiadores de uma nova geração que acha que tudo isto é verdade e se recomenda. É mais um Muito cá de casa, na Casa Da Cultura | Setúbal. Estão todos convidados. Até lá.
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

POESIA CÁ EM CASA | Na próxima quinta-feira vamos ter poesia cá por casa. Jorge Silva Melo e os Artistas Unidos vão ler textos de grandes poetas portugueses. 
Começam com Mário Dionísio. A grande poesia vai estar na sala José Afonso da Casa Da Cultura | Setúbal.
Estas sessões passam a acontecer na última quinta-feira do mês. Atentos.

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domingo, 21 de janeiro de 2018

LIVROS À MESA DO CAFÉ | Foi um bom encontro. Fernando Cabral Martins falou de Fernando Pessoa e do seu trabalho de investigação à volta da obra do poeta. Também falou sobre o seu excelente A Flor Fatal, que esgotou os exemplares colocados ali à venda pela Culsete. Uma aula para recordar. O Café da Casa da Casa da Avenida encheu de gente interessada em participar em bons momentos. Auditório de luxo.
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Da série Grandes Capas. 
The New Yorker
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MANUAL DE EMPREENDEDORISMO PARA TÓTÓS | É este o estado da ética nos negócios. Entrega-se a defesa do galinheiro à raposa. Ou, como diria Sérgio Godinho, "é como para instalar uma janela, atirar primeiro os vidros para a viela".
Fonte esquerda
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

MONARQUIA CADUCA | Um presidente republicano e de esquerda é qualquer coisa. Ser jovem também ajuda. Provavelmente pronuncia que o futuro é republicano e de esquerda. Isso é bom. Digo eu.
Fonte Expresso
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

DOLORES O'RIORDAN | Era a voz dos The Cranberries. Morreu com 46 anos. Inesquecível. A ouvir. Sempre. 
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CAFÉ COM LIVROS | No próximo sábado vamos tomar café e alimentar corpo e mente no Café da Casa. Fernando Cabral Martins vai falar de Fernando Pessoa, mas também da sua obra pessoal. O seu excelente A Flor Fatal vai para a mesa. Mas o Dicionário que sabe tudo sobre Pessoa também. É sábado, por volta das cinco da tarde. Quem faltar não sabe o que perde. 
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

DESILUSÃO | Os votantes do PPD/PSD não quiseram diversão e entretenimento. O candidato escolhido defende que tudo deve dar lucro. Quem quer cultura, saúde, educação e outras ninharias dessa estripe que as pague. Se, em vez de Passos, tivesse sido ele a ajustar, a procissão desse ajustamento ainda não teria saído do adro. Imaginá-lo em primeiro-ministro é pior do que ter o Toy a cantar o "parabéns" em festa de aniversário. Ou Santana a dirigir violinos em homenagem a Chopin. Foi o que os votantes do PPD/PSD puderam arranjar. Bem podiam limpar as mãos à parede.
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sábado, 13 de janeiro de 2018


A HISTÓRIA DO MUNDO | Ficou esclarecido: a História do mundo é a história local. São as transformações sociais, as revoluções e as pessoas nos sítios onde vivem que fazem as histórias da História. Falámos com pessoas que investigam e fazem os registos dos acontecimentos. O trabalho de Francisco Borba e Albérico Afonso Costa é precioso. Falámos do trabalho feito e do que está por fazer. Eles vão fazê-lo. Bem, como habitualmente, que é para depois voltarmos a falar. E nós só temos que lhes agradecer. 
As fotografias são do Fernando Pinho

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018


MOMENTOS DE FELICIDADE | Bom fim-de-semana. E boas leituras.
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HISTÓRIA E PATRIMÓNIO MUITO CÁ DE CASA | É hoje que vamos conversar com Francisco Borba e Albérico Afonso Costa sobre história local e outras coisas. É preciso olhar para o património com olhos de ver e cabeça esclarecida. Vamos estar em mais um Muito cá de casa, na Casa Da Cultura | Setúbal. Até já.
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A SEBENTA DOS DESENHOS | A Sebenta do diabo vai ser exposta na Abysmo galeria. A exposição dura menos de um fósforo. Instantânea. É Lord Mantraste quem faz os desenhos. Lord Mantraste será o primeiro ilustrador a expôr individualmente no espaço ilustração da Festa da Ilustração - Setúbal, na Casa Da Cultura | Setúbal. É em fevereiro. Mas, para já, vamos à Rua da Horta Seca, em Lisboa, mesmo ali perto do Largo Camões, nesta quinta-feira, 11, a partir das 19 horas. A sebenta do diabo tem muito para mostrar.
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

CASA D'AVENIDA. SETÚBAL. 6 DE JANEIRO

terça-feira, 9 de janeiro de 2018


2018 - ANO EUROPEU DO PATRIMÓNIO | Este ano que agora começa a gatinhar tem o Património Cultural inscrito na agenda. Vamos assistir a ousadas interpretações e acesas discussões, espero. Para abrirmos o ano em consonância com a proposta, inscrevemos na agenda Muito cá de casa, na Casa Da Cultura | Setúbal, duas sessões sobre história local e vamos defender a ideia de que a história local é fundamental para se perceber a História do mundo. A grande História tem de perceber a história dos lugares. As pessoas fazem a história nos sítios por onde passam. Edificam os locais de abrigo, culto, convívio. Constroem património. Os historiadores percebem todos esses trajectos e passam-nos a informação. Eu acho que é assim, mas nada melhor do que ir perguntar a quem sabe. Os participantes são: Albérico Afonso Costa AlhoFrancisco BorbaDiogo Ferreira e João Santos. Gente que sabe do que fala. Vamos conversar. As sessões estão anunciadas nos cartazes aí em cima com dias e horas para a inscrição nas agendas. Apareçam.
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